4 out 2010

Diversidade – fotos Host Families

Categoria: Au Pair is..., Fotos

Por: Angeline

Para ilustrar um pouco meu post passado, colocarei algumas fotos das Host Families que morei nos EUA.

A primeira família, como disse, era de Connecticut. O pai nascido na Jamaica e indo morar nos EUA ainda criança e a mãe com descendência da República Dominicana, mas nascida nos EUA.

GetAttachment.aspx GetAttachment.aspx (1)

Já na segunda família que morei,no estado de Washington, os pais eram brancos e tinham um filho biológico. As duas meninas foram adotadas da Coréia do Sul, sendo elas irmãs biológicas.

download download (3)
download (2)

Lembrando que, para colocar fotos das famílias na internet é preciso primeiro pedir autorização e, mesmo que autorizado, não é bom ficar divulgando detalhes, como nomes e local exato onde moram. Por isso mesmo, coloquei apenas algumas informações que achei necessárias.

No comments

26 set 2010

Diversidade

Categoria: Au Pair is..., Cultura

Por: Angeline

Você já parou pra prestar atenção às fotos de au pairs e suas hosts families, principalmente em anúncios e propagandas do programa? O que há de comum nelas? Pois é, muitas vezes nem nos damos contas, mas em todas as fotos que eu vi, principalmente antes de decidir ser uma au pair, as famílias eram brancas, com crianças loirinhas.

Quando comecei a receber ligações das famílias, várias me ligaram, de norte a sul, leste a oeste. Algumas famílias eram judias, outras católicas ou protestantes. Foi então que uma família de Connecticut me ligou, e gostei muito do perfil deles. Gostei da host mother, do modo com que falava comigo, da atenção que me dava, da paciência que tinha quando não conseguia entender algo que dissesse. Gostei tanto dela que resolvi fazer o match após a segunda ligação. Pedi então para que ela me mandasse algumas fotos, bem como algumas outras informações para que eu conhecesse melhor a família e o lugar para onde iria dentro de alguns meses.

Essa foi uma fase de muitas expectativas, afinal, ali começava o próximo ano de minha vida, longe de minha casa, família e amigos. Confesso que fiquei surpresa ao abrir minha caixa de e-mails e me deparar com fotos de uma família negra. Surpresa sim, pois como já disse, ao ver fotos de Host Families com suas au pairs só vemos famílias brancas (que são sim a maioria, porém não as únicas).

Em 11 de setembro de 2005 (sim, 9/11 – alguns anos após os atentados terroristas) embarquei rumo a Hartford, no pequeno estado de Connecticut (CT), entre Boston e NY. Passei os primeiros três dias em um hotel em Stamford, CT no “treinamento” para au pairs. Conheci garotas do mundo inteiro, porém a afinidade maior rolou com as brasileiras.

No último dia no hotel as meninas começaram a pegar trem, avião, ônibus rumo à suas host families. A minha foi me buscar no hotel. Enquanto esperava, comecei a conversar com uma outra menina que esperava a família que vinha de New Jersey, e me disse que eles eram indianos. Ou ainda, uma outra estava indo morar em uma família onde o pai era solteiro, com dois filhos.

Ao chegar à minha “nova” casa, fui conhecendo-os aos poucos. Descobri que tinha uma au pair brasileira, que também morava com uma família negra, do outro lado da rua. Éramos vizinhas e ela me ajudou muito no decorrer dos meses. Os meus hosts parents, assim como os dela, são jamaicanos, que foram para os Estados Unidos ainda crianças. Foi uma ótima experiência! Com eles passei o Natal mais animado de todos, ao som de muita música jamaicana e, para minha surpresa, brasileira. Foi um ano maravilhoso com aquelas duas menininhas sapecas.

Após o término do primeiro ano de au pair, como havia decidido ficar mais um tempo como au pair nos Estados Unidos, mudei-me para o outro lado do país, no estado de Washington, numa cidade chamada Bellevue, perto de Seattle. Lá, os hosts parents eram brancos, como nas fotos das propagandas, e tinham um filho  e duas meninas, que são irmãs biológicas, e foram adotadas e trazidas da Coréia do Sul, quando ainda eram bebês.

Em Seattle conheci muitas pessoas – a maioria au pairs. Tornei-me muito próxima de algumas delas. E uma dessas novas amigas morava com uma host family indiana.

Bem, na verdade o que quero com esse texto é dizer que, diferentemente do que podemos pensar, as host families não serão sempre como vemos nas fotos e propagandas por aí. Sendo os Estados Unidos um país tão grande, é muito comum vermos diversidades culturais, religiosas e étnicas. Sim, a maioria das famílias é formada por papai, mamãe e filhinhos loirinhos, como nos anúncios. Porém não são os únicos. São essas diferenças que tornam os EUA um país tão rico culturalmente, onde você pode encontrar, na mesma rua, restaurantes italianos, chineses, mexicanos e até brasileiros.

Sendo assim, não é de se surpreender que as famílias também façam parte dessa diversidade, pertencendo a diferentes etnias, religiões, culturas, sendo formadas por pais e filhos biológicos, adotivos, pais e mães solteiros, entre tantas outras diversidades.

6 comments

26 set 2010

Highways

Categoria: Au Pair is..., Viagens e Passeios

Por: Angeline

I-5

I-5

Uma curiosidade nos EUA são as highways. Diferentemente do Brasil, por lá as rodovias, geralmente, não recebem nomes, na maioria das vezes, de pessoas famosas. Por lá elas são conhecidas por números. Sendo elas Interstates ou US Routes, são numeradas, seguindo a lógica de que se for um número par, ela vai sentido leste-oeste. Se o número for ímpar, vai sentido norte-sul. Assim, a I-5 (Interstate 5) é uma rodovia que cruza, na costa oeste, vários estados de norte a sul, com 2223 km de extensão. Já a I-90 cruza o país de leste a oeste, ligando Boston a Seattle, com mais de 4.800 km.

Há outros tipos de rodovias, mas a grande maioria segue essa lógica dos números, que, com pouco tempo, já aprendemos as principais perto de onde moramos e o fato de serem numeradas tornam nossa vida bem mais fácil.

2 comments

19 set 2010

Health Insurance

Categoria: Saúde e Bem-estar

Por: Angeline

Uma das preocupações que aparecem quando decidimos ir morar em outro país é de como fica o plano de saúde.

O Au Pair oferece um seguro, que você paga junto com as outras taxas do programa.

O seguro é Cultural Insurance Services International (CISI) e atualmente estão vinculados ao Hygeia/First Health Network.

O seguro cobre despesas até  U$100.000 (cem mil dólares), sendo que você deverá cobrir U$100 gastos em cada consulta ou com o mesmo problema (seja algum acidente ou doença).

Por exemplo, se você tiver alguma infecção e o tratamento custar U$450, você paga U$100 e o seguro cobre o resto. Se por acaso essa mesma infecção voltar, você não precisa mais pagar os primeiros U$100.  Se depois você precisar de algum outro tratamento, para outro problema, você novamente paga U$ 100 e o convênio cobre o restante.

Em alguns casos, o médico ou hospital pode pedir que a Au Pair pague o valor total das despesas e depois envie a documentação (contas pagas e um formulário)  para que o convênio possa reembolsar.

Há uma lista de médicos e hospitais que aceitam o pagamento direto do convênio e caso você tenha que voltar no mesmo médico, não terá que pagara de novo os U$100. Se na sua região não tiver, você pode ir a qualquer médico e pedir um recibo que, depois de solicitado, o convênio te reembolsará. Não se esqueça de pedir o detalhamento da conta para depois ser reembolsada.

Caso você tenha que comprar algum medicamento prescrito pelo médico, o convênio também te reembolsará, então guarde a nota fiscal e a receita do médico.

Há alguns casos que o convênio não cobrirá:

  • Casos pré-existentes
  • Exames de rotina
  • Problemas relacionados a drogas ou álcool
  • Gravidez ou exame de gravidez
  • Controle de natalidade (métodos contraceptivos)
  • Distúrbios mentais, incluindo distúrbio alimentar
  • Dentista, exceto casos acidentais que causam a perda de dentes

Para mais informações, aqui você encontra a política de termos e condições.

5 comments

19 set 2010

O ano acaba, as amizades continuam…

Categoria: Au Pair is..., Viagens e Passeios

Por: Angeline

Algumas, das muitas coisas boas que ficam depois que o (s) ano(s) de Au Pair acaba são as amizades  que fazemos por lá. E isso não só entre as brasileiras.

Durante o programa conhecemos pessoas de todos os cantos do mundo. Há muitas au pairs da Alemanha, França, África do Sul, América Central e até mesmo algumas do Japão ou Coréia, só para dar alguns exemplos.

Nós em Connecticut

Nós em Connecticut

Depois que voltamos, a internet ajuda muito a manter o contato. Facebook e MSN são  ferramentas fundamentais que ajudam nisso.

Recentemente, conversando com uma amiga da Polônia, e sabendo que ela gosta de viajar, a convidei para vir conhecer o Brasil. Minha surpresa foi quando ela me falou que realmente viria. Decidimos uma boa data, dentro dos dias que ela poderia e, finalmente, há algumas semanas, a recebi no Brasil.

Fomos Au Pair no mesmo estado entre 2005 e 2006 e foi muito bom revê-la após 4 anos. Passamos 10 dias juntas, passeando por algumas cidades do Brasil, conhecendo um pouco a cultura do nosso país e lembrando-nos dos nossos tempos de Au Pair. Agora espero poder visitá-la na Polônia em futuro não tão distante para conhecer também um pouco do país e cultura dela.

Em Copacabana

Em Copacabana

Esse intercâmbio de cultura que o programa oferece, e não só entre nosso país e EUA, pode ser uma experiência riquíssima e é muito bom poder aproveitar as oportunidades. Não se isole só com um grupinho de au pairs brasileiras.  Permita-se conhecer pessoas do mundo todo e não perca o contato depois que voltar. Nunca sabemos quando e para onde será nossa próxima viagem.

No comments