25 fev 2011

Door knob

Categoria: Au Pair is..., Dicas

Por: Angeline

Lendo o post da Bárbara sobre o carro, me lembrei de algo que aconteceu na primeira semana que fiquei com as crianças, bem no comecinho mesmo.

imagemEstava só eu e uma das meninas em casa e, como o tempo estava bom, tive a maravilhosa ideia de sair na frente da casa, para dar uma volta e brincar por lá um pouco. Nisso não levei celular, chave da casa nem nada.

O que eu não me lembrei foi que, em algumas casas nos EUA, a maçaneta das portas que servem de entrada/saída da casa tem um pininho por dentro e, dependendo da posição que ele está, quando fechamos a porta, a porta tranca e só pode ser aberta por dentro. Pra isso não acontecer, deve-se mudar esse pininho de posição. Em algumas maçanetas isso é feito com a chave, em outras é uma pecinha mesmo que a gente muda de posição.

E o que foi que eu fiz??? É, exatamente: esqueci de mudar a posição do pininho. E nos tranquei pra fora. Ainda bem que, como eu ainda não estava levando e buscando as crianças na escola, não perdi o horário de ir buscar a mais velha e, o mais importante: minha vizinha da frente era uma Au Pair, e a host mother dela tinha do telefone da minha host mother (ufa!). Assim, ela me passou a senha pra abrir o portão da garagem e , se a porta que dá acesso à casa pela garagem estivesse aberta, conseguiríamos entrar. Mas esse não foi o caso. E tivemos que nos abrigar na casa da vizinha até minha host mother ir buscar a mais velha ma escola e levar em casa.

Nossa sorte é que o tempo estava bom e que a Au Pair da casa da frente, que depois virou uma amigona, nos abrigou.

Mas fica aí a dica: não esqueçam de mudar a posição da maçaneta caso for apenas ficar em frente da casa. Ou então, leve sempre a chave com você.

;-)

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25 fev 2011

Não deixe para a última hora

Categoria: Dicas, Viagens e Passeios

Por: Angeline

Estou planejando uma viagem em julho, a passeio, pros EUA e mês passado já comecei a ir atrás das coisas. E aqui vai um aviso: não bobeiem pra tirar o passaporte.

Agora tem que agendar um horário da Polícia Federal pra conseguir tirar o passaporte e, na maioria das cidades onde a PF faz isso, os horários disponíveis não são para tão logo ou simplesmente não existem mais.

Sou de São José dos Campos e aqui já não tinha nenhum horário, nem pra perto nem pra longe. Acabei tendo que ir até Guarulhos. E mesmo assim, só consegui marcar pra um mês depois da data em que fiz a solicitação.

O bom é que, por ser agendando, o atendimento é bem rápido. E em 6 dias úteis o passaporte fica pronto. Mas só o dono do passaporte pode pegá-lo na PF. Ou seja, semana que vem terei que voltar lá.

É, eu sei que ainda tem alguns meses até julho, porém o que pega é que pra marcar a data do visto, eu preciso ter o passaporte (já que o número desse novo não será o mesmo que o meu anterior). E no consulado dos EUA em São Paulo está levando, em média, 90 dias pra se conseguir marcar uma data. Sendo assim, não tem como deixar pra última hora.

Então meninas, quem pretende ir nos próximos meses e ainda não tem passaporte, é bom começar a providenciá-lo. E além disso, há notícias por aí dizendo que o passaporte passará a custar R$190 ao invés dos pouco mais de R$156, porém nada oficial ainda.

E pra quem não lembra, aqui há informações de como fazer pra consegui-lo.

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13 fev 2011

Para onde devo ir?

Categoria: Au Pair is..., Dicas

Por: Angeline

Essa pergunta acho que passa por todas as futuras au pairs. Porém, como já foi dito aqui no blog, a resposta não é assim tão simples.

É claro que o sonho de quase todo mundo é ir pra Califórnia ou lugares super badalados. Porém o que acontece é que a oferta de famílias nesses “lugares dos sonhos” não é tão grande quanto o número de au pairs do mundo todo querendo ir para os EUA.

No programa, depois que seu application foi para a internet para que as famílias tenham acesso, as host families visitam os perfis das au pairs e entram em contato com aquelas com as quais se identificaram mais. Assim, uma au pair pode ter contato com várias famílias, do mesmo modo que as famílias têm contato com diferentes au pairs. E au pair e família têm que fazer o match, ou seja, os dois têm que se escolher.

Desse modo, os locais para onde você pode ir variam de acordo com a localidade onde mora a(s) família(s) interessada(s) em você. Ou seja, a não ser que você espere muito, seja sortuda ou queira ir para um lugar com muitas host families, dificilmente conseguirá ir para uma determinada cidade ou estado.

Como disse em um outro post, acho melhor escolher a família pelo que ela é do que pelo lugar que ela mora. É claro que você tem que avaliar, colocar na balança e escolher o que acha melhor pra você entre as opções disponíveis.

Quando as famílias entrarem em contato, pergunte sobre a cidade. Se é grande,se é pequena, perto de onde, o que tem pra se fazer, como é o clima…afinal, seu próximo ano será nesse lugar. Além de perguntar, pesquise sobre o lugar e redondezas. Jogue no Google a cidade e estado, bem como a cidade grande mais próxima e pesquise os arredores. Vá ao www.weather.com e pesquise o clima do local. Lá você encontra até a média da temperatura ao longo do ano. E pesquise também universidades e community colleges naquela área. Seja curiosa. Pesquise tudo. Até mesmo o que possa não ser muito útil.

Porém, mais uma vez digo: escolha a host family pelo conjunto do todo. Veja com qual se sente mais confortável, qual acha mais parecida com o seu perfil, a idade das crianças de sua preferência, condições que oferecem, schedule e TAMBÉM pelo local em que vivem (e não apenas ir por este último item).

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13 fev 2011

Minha experiência com namorado e Host Family

Categoria: Au Pair is..., Cultura

Por: Angeline

Comecei a namorar no meu sétimo  mês como Au Pair. Já estava super acostumada com minha Host Family, porém nunca fui de ficar contando tudo sobre minha vida particular pra eles, mas também não escondia quase nada. No meu primeiro date com o depois (e agora ex) namorado, eu contei à minha host mother que estava indo a um date, com um guy que havia conhecido alguns dias antes. Ela só me disse para ter cuidado e, caso precisasse, não hesitar em ligar para eles.

Depois que comecei a namorar, ele ia me buscar em casa, porém não entrava. Uma das regras era “no boys allowed”. E eu respeitava isso.

Meus hosts nunca me perguntaram diretamente se eu estava ou não namorando, porém sabiam que eu estava. Apenas quando fomos jantar no meu aniversário, um mês antes do meu ano como Au Pair terminar ( 4 depois daquele meu primeiro date), é que eles me “contaram” que  sabiam que eu estava namorando e eu não precisava esconder (risos). Daí eu disse que não escondia, só não tinha falado abertamente porque tinha conhecimento que eles já sabiam. Mas não ficou um clima ruim. Alías, meu host father tem o dom de fazer piada de tudo.

Depois disso, ele chegou a ir na casa da família algumas vezes, em festinhas ou aos finais de semana, quando eles estavam em casa. A única vez que ele entrou na casa sem os host parents foi quando me levou ao aeroporto e me ajudou com as malas, no final do meu primeiro ano.

No meu segundo ano, quando mudei de família e estado, ele chegou a ir me visitar e não ficou na casa da host family, porém foi conhecê-la.

Como a Carol disse, depende muito da família. E também do bom senso. Não faríamos nada na casa da host family que não faríamos em nossa própria casa.

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4 fev 2011

Valentine’s day

Categoria: Atividades, Cultura, Dicas

Por: Angeline

E está chegando mais um Valentine’s day, que acontece anualmente no dia 14 de fevereiro.

Aqui coloquei, no ano passado, uma breve explicação e ideias do que se fazer, com as crianças, nessa data.

Uma dúvida que surgiu foi se é preciso dar presente para todos. Na verdade nesse dia não são trocados presentes, mas sim cartões e treats (balinhas, doces…), mas geralmente mais entre as crianças, amigos (se bastante amigos) e namorados. Não se preocupe em dar presentes pra ninguém, no máximo um cartão e agradinho se tiver um paquera. Pras crianças, você mesma pode fazer um cartão e dar algum doce ou algo bonitinho que lembre a data, porém não precisa ser nada muito sofisticado. Eu geralmente comprava treats brasileiros, como Sonho de Valsa e Bis (e elas adoravam). Ou, como no post do ano passado, existe sempre o brigadeiro.

Já com as crianças, deixe que elas mesmas preparem seus cartões, colocando a criatividade pra funcionar. Você pode ajudar recortando cartões em forma de coração ou fazendo um ou outro desenho, mas deixe que elas criem. Elas podem fazer para os pais, avós, coleguinhas…

Use a data para desenvolver atividades relacionadas ao tema com elas.  Se te falta criatividade, aqui você pode encontrar algumas dicas.

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