25 mar 2011

A recepção das host families

Categoria: Au Pair is...

Por: Angeline

Assim como nós esperamos ansiosamente pra chegar na casa da host family, eles também esperam nossa chegada.

Arrumam nosso quarto, separam roupa de cama e banho, deixam tudo limpo e arrumado, só aguardando por nós, au pairs.

Na meu primeiro ano, como iria ficar em CT, meu host father foi me buscar no hotel em Stamford. No caminho, que durou aproximadamente uma hora, eu estava bem nervosa, e fomos conversando sobre diversos assuntos: clima, economia, as crianças, a vizinhança…

Chegando lá, as crianças vieram me receber com beijos e abraços e logo foram me mostrando meu quarto, que estava arrumadinho, com uma cesta cheia produtos de beleza e higiene pessoal. Me mostravam o banheiro que eu iria usar, o quarto delas e o resto da casa. Como já era a noite, fomos jantar. Minha host mother havia preparado uma lasanha, depois de me perguntar (antes de eu embarcar) se eu gostava . Jantamos, conversamos muito, recebi uma visita da au pair vizinha, que também era brasileira, recebi algumas instruções sobre a casa (como ligar a TV, microondas, telefone, desativar/ativar o alarme, abrir o portão da garagem…), mas como era muita informação de uma vez só, logo me “liberaram” pra ir descansar. No dia seguinte, saí para dirigir com minha host mother, que já foi me ensinando o caminho, onde ficava a escola, as lojas, farmácia… Nesse dia ela tirou o dia de folga e me levou a vários lugares e explicou como seria a rotina e regras. Esses primeiros dias são um pouco cansativos, já que é tudo em inglês o tempo todo e muitas informações novas. No terceiro dia, já fiquei com as crianças e levei e busquei na escola. Meu host father abriu uma conta no banco pra mim e já me ensinaram como fazia pra tirar o social security number, pois precisava tirar a carteira de motorista do estado. Sempre que eu precisava, eles me indicavam o melhor lugar pra ir. Eles foram muito receptivos e me ajudaram muito, com o inglês, com a cidade, com as crianças, com a casa.

Quando cheguei à minha segunda host family, um ano depois da experiência acima, eu já estava MUITO mais habituada com os EUA. Como eles ainda tinham uma au pair (que era minha amiga há anos já no Brasil), fui recebida por ela e pelo host father no aeroporto. Quando chegamos, as crianças e a mãe estavam à nossa espera. Eles foram muito receptivos também. No meu quarto, além de uma cesta cheia de guloseimas, havia cartazes feitos pela minha amiga com a ajuda das crianças. Depois que me mostraram a casa inteira, jantamos e conversamos bastante. No dia seguinte, saí pra dirigir com meu host father, que não me levou longe. Como a Ana (minha amiga au pair) estava lá, ela que me apresentou aos lugares e deu várias dicas sobre a cidade e a host family. Ela ficou ainda por uns 10 dias ainda depois que cheguei, então tivemos bastante tempo pra ela me mostrar várias coisas. Quando ela foi embora, meus hosts sempre me ajudavam no que eu precisava, dando dicas e informações que sempre eram muito bem vindas.

Foram duas situações diferentes, mas as duas host families me receberam muito bem e fizeram várias coisas para que eu me adaptasse rapidamente e me sentisse bem. E eu acredito que seja assim na maioria dos casos (pelo que ouvi até hoje).

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20 mar 2011

Comida para as kids – o que pode e o que não pode

Categoria: Au Pair is...

Por: carol

Os americanos apesar de comerem muito hamburguer, cachorro-quente e pizza, tem algumas restrições alimentares para as crianças, apesar de ser um pouco contraditório, é assim que funciona.

Refrigerante – altamente condenável, é quase como um luxo ou uma exceção prêmio se as kids se comportarem bem.

Achocolatado no leite – praticamente proibido. Uma vez comprei uma lata de Nesquick para mim e fiz um copo de leite com chocolate para minha menina, a host viu e disse “tudo bem desta vez, mas isso tem muito açucar e faz mal”.

Pão branco – lá nas casas que morei só entrava pão integral.

Sal e Açucar basicamente são mal vistos, mas como disse, pizza e cachorro-quente, pode. Vai entender! rsrssr

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20 mar 2011

Chega de frio!

Categoria: Au Pair is...

Por: carol

Community Pool

Community Pool

O verão ainda não chegou, mas essa foto já mostra um pouco do que espera as au pairs na estação mais quente do ano.

Calor e muitas opções de passeios para as kids como levá-los community pool da cidade, neste post falo um pouco mais sobre como funcionam: http://www.aupairis.com/summer-at-the-pool/

Chega de frio e bôra pra piscina!

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20 mar 2011

Algumas dicas para a hora de fazer as malas

Categoria: Au Pair is..., Dicas, Viagens e Passeios

Por: Angeline

A primeira dica é: não exagere!

Como ex-au pair, sei que nós compramos muitas roupas por lá durante o ano e depois terá MUITAS coisas pra trazer de volta.

Não deixe para fazer as malas na última hora.

Quando eu fui, levei uma mala grande, uma pequena, ambas com rodinhas, e uma frasqueira (que usei como bolsa, levando como bagagem de mão). E foi o suficiente. Lembre-se: se tiver que fazer conexões, você será responsável por levar e trazer suas malas pelo aeroporto. E também, depois dos dias que passamos no hotel logo que chegamos, cada uma tem que se destinar à família. Algumas de avião, outras de trem e outras a própria host Family vai buscar.

Se você tiver que pegar um avião, deve levar em conta que precisará de um voo doméstico e o peso permitido pelas cias aéreas é menor em voos domésticos do que em voos internacionais. O peso varia de cia para cia. É bom procurar saber por qual estará voando e procurar o peso máximo permitido.

Informe-se sobre o clima do local para onde estará indo. Lembre-se que nos EUA as estações são contrárias às estações no Brasil. Mesmo que esteja calor, é bom levar um casaquinho, já que dentro do avião o ar é bem gelado.

Quando arrumar as malas, comece colocando roupas básicas e confortáveis. Calças jeans, shorts/bermudas, camisas/camisetas/blusinhas, moletons, meias, roupas íntimas, pijamas, roupa de banho, vestidos, saias, tênis, chinelos, sandálias etc são alguns dos itens. É bom levar uma roupa mais formal (para festas, por exemplo).  Não exagere na quantidade e não se esqueça que comprará muitas coisas por lá.

É bom fazer uma lista de coisas que você está pensando em levar. Não se esqueça dos itens de higiene pessoal. Porém, a não ser que você use um produto muito específico, não leve grandes quantidades de xampu, condicionador, hidratante, pasta de dente, absorvente e outros, já que tudo isso você acha por lá.

Se estiver indo durante o inverno de lá, o melhor é levar dinheiro para comprar casacos, roupa térmica, botas de neve por lá mesmo. Leve apenas um casaco que proteja do frio, luvas, cachecol, gorro e blusas para os primeiros dias. Os casacos lá são diferentes dos que encontramos aqui.

Quanto ao secador de cabelo/chapinha, não se esqueça que tudo por lá é 110V. Além disso, pode-se comprar isso lá e pagar bem barato.

Na mala de mão coloque pelo menos uma muda de roupa, incluindo roupas íntimas, no caso de ter sua bagagem extraviada. Remédios devem ir na bagagem de mão também.

Com você, leve caneta, caderno de anotações ou agenda, documentos, o endereço e telefona da família e do hotel para onde está indo, uma blusa para usar no avião, escova e pasta de dentes, pente, coisas para passar o tempo durante o voo (livros, mp3 player…), um dicionário, máquina fotográfica (que você também pode deixar pra comprar lá). NÃO é permitido objetos cortantes (nem mesmo tesourinha ou alicatinho de unha) que devem ir na bagagem despachada. Líquidos, géis e aerossóis só podem ser carregados na bagagem de mão em quantidades pequenas, de acordo também com a cia aérea.

Essas são apenas algumas das muitas dicas sobre bagagem. Depois, com as malas feitas, é só embarcar e curtir muito o ano que vem pela frente.

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20 mar 2011

Host Family Application Essay

Categoria: Au Pair is...

Por: Angeline

Achei a carta da minha segunda Host Family e vou colocar algumas partes aqui (já que ela, inteira, tem 5 páginas). Por pedido deles, deixei apenas as iniciais dos nomes dos host parents e das kids.  Mesmo cortando algumas partes, dá pra ter uma ideia de como é a família e o que eles esperam de uma Au Pair.

E aqui vai:

My husband(K) and I met eighteen years ago at university, and immediately could talk about anything.  But we didn’t marry until eleven years ago. Even in college we both lived and worked with people from other countries, and even then we talked about adopting children.

When our son C was born seven years ago,  K was working fulltime and I was working half time.  Karl worked four ten-hour days so he could stay home on Wednesdays and I could work all day.  He also worked from home one morning and one afternoon a week and I took the baby to work one morning and one afternoon a week.  As you can see, family life is very important to us. I have concluded, however, that I will have more energy and quality time for my children if I have an au pair who can help drive them places and make their lunches and be with one or two children while I have quality time with the other(s).  I also have a neck and shoulder injury and need to schedule therapy appointments about three times a week.  So I will need an au pair at those times. Occasionally, my neck and shoulder are unpredictably worse and I need help driving the kids and lifting the youngest one.  So if the au pair can be flexible about her hours and perhaps open to working more one day and less another day that week, that would be great.  K also has some flexibility in his work schedule, so we would not expect the au pair to miss class or anything if my shoulder is bad.   K travels every couple of months for about a week, but this gives him some flexibility when he is at home.

I also will be volunteering with Boy Scouts and taking one evening class each quarter.  I also think K and I need to spend more time together.  Perhaps the au pair could spend one evening a week and one early afternoon lunch period watching the children while this happens.

In general we are thinking that the au pair would work from 7-9 am, getting the kids ready for school, serving breakfast and cleaning up the breakfast dishes, driving the older two kids to school.  Also a couple of hours in the afternoon helping drive the kids to Kindermusik and activities, a couple of evenings a week, and the rest of the 40 hours could be flexible—I can schedule my physical therapy appointments around your class schedule, and you can do the kids’ laundry whenever it fits your schedule, etc.

We adopted our daughter M from Korea when she was almost a year old.  We had a wonderful experience of the country and people in Korea.  She had been very well cared for.  Our daughter R came to us from Korea  when she was eight months old.

As a family, we enjoy reading, camping, walking in the woods near our home, attending church events, visiting Seattle attractions such as the science museum, aquarium, zoo, children’s museum, waterfront, etc. The children enjoy doing arts and crafts and baking with me, and gardening and woodworking with their dad.   We hope the au pair will enjoy doing some of these things with us and being involved as part of the family, although we know we will each need our own space sometimes.

We live in Bellevue, just across Lake Washington from Seattle.  There is a good community college very close to our home and other universities in Seattle.  Usually Seattle is a 15-20 minute drive, but during the morning and evening business commute hours or when a professional sports event is happening, the traffic on the bridge can take an hour.  We are in a suburban neighborhood with good neighbors.  The au pair will have her own bedroom and bathroom downstairs.  The major living areas and our bedrooms are upstairs, so the au pair would have privacy in the entire downstairs floor in the evenings.  (There is a recreation room downstairs which the kids may use in the daytime for computer, table tennis, etc. but in the evenings the au pair could have privacy there to watch television, etc.)

I think the qualities important to our au pair/ host family relationship are: that the au pair truly care about the children and ther development, that she try to read and talk to them and do activities with them, not just have them watch TV. At the same time, it’s important to acknowledge that it’s not always fun to constantly supervise three active children and clean up after them.  (It’s important for the host family to be appreciative also—and we will be!).  The au pair must be responsible, vigilant, and have common sense. She needs to befriend the children without letting the desire for them to be pleased with her to cloud her judgment.   It’s important to be honest and willing to talk about annoyances and concerns before they become major problems. Both parties need to be understanding during the initial adjustment period.

We also need an au pair who is flexible, willing to have her schedule change sometimes according to kids’ activity schedules (although we will do our best to honor her need for advance knowledge and we can work around her class time).  We need someone who is an excellent driver.

We are also looking for an au pair who would be willing to forego wearing perfume and use fragrance-free versions of products such as hairspray, soaps, lotions, etc. (We are quite willing to buy these.) I realize a change in personal care products can be a sacrifice, but because of allergies I cannot have perfume in the house or the smell of perfume left in the car, etc.  This also applies for smoking—we cannot tolerate cigarette smoke at all, even on clothes, so we need an au pair who does not smoke.

For qualities on the host family’s part, we are very interested in other cultures, experienced with the little misunderstandings that can arise, and flexible.  (In fact, we are so easygoing and flexible that if you are an extremely neat and organized person we may prove frustrating for you.)  We truly would respect an au pair and insist our children respect her also.  We are good listeners and problem solvers.   We care about making the au pair’s experience a good one.

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