Este mês de setembro completo 3 anos de volta ao Brasil e em junho fez quatro anos que eu fui…parece tanto tempo!
Mas é só eu ver uma foto ou alguém me perguntar “O que você fez de intercâmbio?” que parece que tudo foi ontem.
E hoje acho que uma das melhores coisas de ser Au Pair é que você volta com histórias para contar….e todas elas, tenham acontecido em momento dificieis, ou engraçados, de raiva ou saudade tiram sempre um sorriso do meu rosto quando lembro das minhas trapalhadas ou das coisas fofas e espontaneas que as crianças faziam do nada, ou dos foras por causa do inglês…
Histórias para contar…..só isso já é sozinho, um ótimo motivo para se aventurar pelo mundo das au pairs….
E já que esse é o assunto do post, aqui vão algumas histórias para rir e se emocionar.
História 1 – Eu e meu inglês de índioNas redes de fast food quando você vai fazer o pedido eles perguntam: “For here or to go?” (Para comer aqui ou levar para viagem?).
Acontece que eles balbuciam algo como furiotugo (bom era mais ou menos assim que eu entendia)….rsrs
Pois bem, lá estou eu fazendo meu pedido quando a atendente começa “For here or to go?”
Sabe aqueles momentos em que você não entende nada, mas faz cara de quem entendeu? Então eu na maior confiança respondi: “no, no, just that”….hahahahah
Aí porque eles são´”ótimos” e “simpáticos” a atendente começou a falar mais rapido a mesma pergunta e eu “no, no, just that”….hhaha (e a fila crescendo atrás de mim)
Até que a bendita disse pausadamente, eu entendi e disse: “Ahhhhh for hereeeee”…..
História 2 – My first I love you
Por um tempo eu fiz babysitting para um menino de quase um ano e a irmã dele de uns 3/4.
Uma vez estávamos todos na piscina do clube da cidade (inclusive a mãe deles) quando eu percebi que a menina fez poop no maio (quem não sabe o que é poop – google it – essa palavra fica mais simpática em ingles, por isso nada de tradução nesse momento tenso da história….hahahha).
Acontece que nos EUA quando uma criança faz pop na piscina eles fazem todo mundo sair da água e fica aquele climão – ou seja, a criança passa a maior vergonha da vida dela, leva bronca da mãe e acho que a esperança deles é que a criança nunca mais poop na piscina….rsrsr….mas enfim, foi apenas para contextualizar….voltando….
Sabendo disso eu muito discretamente olhei para ela como quem diz “I know what’s going on” e falei bem espontaneamente para sairmos da água e ir brincar em outro lugar, avisei a mãe dela também na surdina e levei ela para o banheiro.
Eis que no meio do processo limpeza (vou poupá-las dos detalhes….mas olha depois que vc é au pair de criança poop é normal, vc lava poop, troca poop, poop de dia, de tarde….d++++++….hahahahah) ela simplesmente olhou para mim e disse: I love you! Foi tão fofa que fiquei sem palavras, ainda porque não é bem nessa situação que a gente imagina ouvir um I love you….mas foi assim comigo….bem depois claro, voltamos para piscina e brincamos mais um montão….
Outras histórias
Já contei aqui no blog outras bem engraçadas, quem quiser pode acessar por esses links:
Cuidado tem um esquilo na minha cama! http://www.aupairis.com/cuidado-com-o-esquilo-ii/
Essas crianças são seus filhos? http://www.aupairis.com/are-they-yours/

O processo:
Porém as host families ajudam nessa adaptação. Logo que cheguei, minha host mother saiu pela cidade comigo, mostrando os lugares que eu deveria saber onde ficam, como a escola das crianças, farmácias, lojas, shopping mall… E foi também nesse dia que ela me “ensinou” a dirigir o carro que seria “meu” enquanto eu estivesse com eles que, pra ajudar, era uma minivan (enorme). Ela me mostrou como mexer no carro, as marchas (que no carro automático são diferentes), todas as tecnologias que a minivan tinha e, por fim, deu o carro na minha mão. Fiquei um pouco nervosa, ainda mais sob supervisão dela. Mas, apesar de eu levar um tempinho pra acostumar que os carros automáticos têm só dois pedais ao invés de três (só acelerador e freio, sem a embreagem), deu tudo certo. Depois ainda levou um tempo pra acostumar com o tamanho do carro mas, tirando uma batidinha de leve em outro carro (que me custou uns U$200), não tive grandes problemas. É claro que tem a fase de adaptação. Precisamos nos acostumar ao carro (principalmente ao tamanho), conhecer os caminhos, nos adaptar às leis (como ter que parar quando o ônibus escolar está pegando ou deixando crianças, ou que











