30 ago 2011

Histórias para contar…

Categoria: Au Pair is...

Por: carol

Este mês de setembro completo 3 anos de volta ao Brasil e em junho fez quatro anos que eu fui…parece tanto tempo!
Mas é só eu ver uma foto ou alguém me perguntar “O que você fez de intercâmbio?” que parece que tudo foi ontem.
E hoje acho que uma das melhores coisas de ser Au Pair é que você volta com histórias para contar….e todas elas, tenham acontecido em momento dificieis, ou engraçados, de raiva ou saudade tiram sempre um sorriso do meu rosto quando lembro das minhas trapalhadas ou das coisas fofas e espontaneas que as crianças faziam do nada, ou dos foras por causa do inglês…

Histórias para contar…..só isso já é sozinho, um ótimo motivo para se aventurar pelo mundo das au pairs….

E já que esse é o assunto do post, aqui vão algumas histórias para rir e se emocionar.

História 1 – Eu e meu inglês de índioNas redes de fast food quando você vai fazer o pedido eles perguntam: “For here or to go?” (Para comer aqui ou levar para viagem?).
Acontece que eles balbuciam algo como furiotugo (bom era mais ou menos assim que eu entendia)….rsrs
Pois bem, lá estou eu fazendo meu pedido quando a atendente começa “For here or to go?”
Sabe aqueles momentos em que você não entende nada, mas faz cara de quem entendeu? Então eu na maior confiança respondi: “no, no, just that”….hahahahah
Aí porque eles são´”ótimos” e “simpáticos” a atendente começou a falar mais rapido a mesma pergunta e eu “no, no, just that”….hhaha (e a fila crescendo atrás de mim)
Até que a bendita disse pausadamente, eu entendi e disse: “Ahhhhh for hereeeee”…..

História 2 – My first I love you
Por um tempo eu fiz babysitting para um menino de quase um ano e a irmã dele de uns 3/4.
Uma vez estávamos todos na piscina do clube da cidade (inclusive a mãe deles) quando eu percebi que a menina fez poop no maio (quem não sabe o que é poop – google it – essa palavra fica mais simpática em ingles, por isso nada de tradução nesse momento tenso da história….hahahha).
Acontece que nos EUA quando uma criança faz pop na piscina eles fazem todo mundo sair da água e fica aquele climão – ou seja, a criança passa a maior vergonha da vida dela, leva bronca da mãe e acho que a esperança deles é que a criança nunca mais poop na piscina….rsrsr….mas enfim, foi apenas para contextualizar….voltando….
Sabendo disso eu muito discretamente olhei para ela como quem diz “I know what’s going on” e falei bem espontaneamente para sairmos da água e ir brincar em outro lugar, avisei a mãe dela também na surdina e levei ela para o banheiro.
Eis que no meio do processo limpeza (vou poupá-las dos detalhes….mas olha depois que vc é au pair de criança poop é normal, vc lava poop, troca poop, poop de dia, de tarde….d++++++….hahahahah) ela simplesmente olhou para mim e disse: I love you! Foi tão fofa que fiquei sem palavras, ainda porque não é bem nessa situação que a gente imagina ouvir um I love you….mas foi assim comigo….bem depois claro, voltamos para piscina e brincamos mais um montão….

Outras histórias
Já contei aqui no blog outras bem engraçadas, quem quiser pode acessar por esses links:
Cuidado tem um esquilo na minha cama! http://www.aupairis.com/cuidado-com-o-esquilo-ii/
Essas crianças são seus filhos? http://www.aupairis.com/are-they-yours/

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29 ago 2011

Como enviar caixas para o Brasil

Categoria: Au Pair is..., Dicas, Dinheiro

Por: larissaescobar

Olá, gente. Tudo bem com todo mundo?
Meu nome é Larissa, tenho 19 anos e sou estreante aqui. Ainda estou nos Estados Unidos, moro em Scarsdale-NY e cuido de 3 crianças que são umas pentelhas, mas a gente se acostuma e começa até a gostar dessas coisinhas gringas. rs Já estou aqui a quase 11 meses, no dia 19 de Outubro volto para o nosso Brasil lindo.
Agora que vocês sabem um pouco de mim, vamos falar sobre uma coisa que muitas meninas me perguntam. Como mandar coisas para o Brasil? Uma outra alternativa muito boa é mandar por navio. A 1 mes atrás eu enviei a minha caixa e estou aqui na torcida pra que ela chegue bem em casa daqui a 3 meses. Vamos então entender como tudo isso funciona.

O valor da caixa que eu mandei é de 320 dolares porque está indo pro interior de SP, mas na capital é $300. A previsão é de 3 meses pra entregarem lá na minha linda residência.
Mandei pela Brasil Courier & Transportadora

Caixa que foi enviada por navioO processo:
Eu fui no mercado brasileiro que fica lá em NYC, no bairro Astoria, e comprei a caixa maior. Só a caixa custa 15 dólares.
Depois disso fica por sua conta trazer ela vazia pra sua casa, enche-la e fecha-la. Vai de você colocar as coisas na caixa de uma forma que não quebre e fique tudo seguro. Eu usei minhas roupas pra fazer a segurança das minhas coisas. rs
Com a caixa pronta para ser enviada, você liga na empresa e agenda o dia para eles virem buscar a sua caixa. O pagamento é na hora que eles vem pegar a caixa!
Você marca o dia mas eles podem vir buscar entre 8 da manhã até as 3 da tarde. O cara chegou aqui um pouco depois do meio dia. Ele é brasileiro, não se preocupem, todas as informações serão em português. kkk Você preenche um formulário com o endereço e todas as informações que ele pede, assina, paga e “adios” caixinha. Easy peazy!

Atenção, a caixa tem limite de peso! Não é só ir jogando coisa la sem se preocupar. rs A minha (maior) acho que o limite é de 68kg ou alguma coisa do tipo. Se passar tem que pagar por volta de 3 dolares por kg.
Também tem o valor de taxa de coleta, buscar a caixa. Aqui em Scarsdale é $40 porque a empresa é lá de New Jersey.
Você pode também pagar seguro, mas infelizmente se alguma coisa acontecer eles não pagarão os valor das coisas que estão dentro da caixa. O seguro cobre o valor que você pagou para enviar a caixa, no meu caso eles me pagariam $320.

Empresa: Brasil Courier & Transportadora.
Valor da caixa MAIOR: $300 pra SP Capital e $320 pro interior.
Tempo de entrega: No maximo 3 meses
O cara: Brasileiro

Se tiverem perguntas enviem ai por comentário que eu respondo voces.
O maior problema no momento é saber se a minha caixa continua navegando ou se a Irene pegou minhas coisas pra ela. rs

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8 ago 2011

Poupança – por que é importante?

Categoria: Au Pair is...

Por: carol

Da mesma forma que quando estamos no Brasil é importante termos uma reserva financeira para o que queremos comprar/fazer ou imprevitos, quando viajamos a lógica é a mesma. Diria até que é mais importante, pois estaremos vivendo por conta própria e são raras as au pairs que recebem ajuda dos pais.
Recomendo esse cuidado por experiência própria, pois quando pedi rematch tive que devolver parte do valor do curso de inglês que a familia tinha pago (não perdi nada pq depois a nova familia pagaria de novo o valor), mas por conta da situação fiquei um mês sem salário.

Por sorte, desde que cheguei nos EUA separava parte do meu salário para minha poupança e nesse momento de transição não tive stress por causa de dinheiro, nem precisei me indispor com a familia.
Acontece bastante também de au pairs precisarem de consultas urgentes de dentista ou médico (fora do plano de cobertura do programa) e quem tem dinheiro guardado também evita dor de cabeça.
Guardando bem, sempre tem =) #ficadica

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3 jul 2011

Carteira de habilitação

Categoria: Au Pair is...

Por: Angeline

Além de ter carteira de habilitação, antes de embarcar como au pair é preciso tirar a PID (Permissão Internacional para Dirigir), que a Vivi explicou aqui como faz.

Porém, quando chegamos lá, muitas famílias pedem para que tiremos a carteira de motorista do estado em que vamos morar. Isso porque, como me explicaram as host families, ajuda na hora de colocar a gente no seguro da família. Os gastos para isso são bancados pela própria host family.

Em cada estado as regras pra aquisição da carteira de motorista mudam. Há estados que exigem o Social Security Number –SSN (que é tipo o nosso CPF), já outros não o fazem.

Em geral, temos que fazer um teste teórico e, em seguida, seguimos para o prático. Para que eu pudesse me preparar para o prático, minha host family pagou duas aulas com um instrutor da AAA, que serviram mais para me mostrar o que pediriam na hora do teste. Na hora da prova foi tudo tranqüilo. É bom estudar as placas e legislação do estado, pra ter certeza que não se dará mal. Na hora do teste prático, foi tudo bem também: achei muito mais tranqüilo do que quando fiz aqui no Brasil. Assim, tirei minha carteira de motorista de Connecticut.

Quando mudei para o estado de Washington, a host family também pediu para que eu tirasse uma do estado. Porém tudo o que precisei fazer foi transferir de um estado para outro, pagando apenas uma taxa (que na verdade foi a host family que bancou). Em Washington, anularam a minha de Connecticut, fazendo um furinho nela.

Assim, preparem-se para,assim que chegarem lá, tirar novamente a carteira de motorista. Mas não se preocupem, o processo lá geralmente é mais simples que aqui, pelo menos na maioria dos estados.

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3 jul 2011

Driving II

Categoria: Au Pair is..., Medo

Por: Angeline

Ter carteira de habilitação é um dos requisitos pra poder ser uma au pair e muitas de nós, ao pensar que terá que dirigir por lá, já fica com medo. E os medos são diversos: não conhecer o lugar, o carro é diferente, algumas leis mudam, o carro é da host family entre outros tantos medos.

carroPorém as host families ajudam nessa adaptação. Logo que cheguei, minha host mother saiu pela cidade comigo, mostrando os lugares que eu deveria saber onde ficam, como a escola das crianças, farmácias, lojas, shopping mall… E foi também nesse dia que ela me “ensinou” a dirigir o carro que seria “meu” enquanto eu estivesse com eles que,  pra ajudar, era uma minivan (enorme). Ela me mostrou como mexer no carro, as marchas (que no carro automático são diferentes), todas as tecnologias que a minivan tinha e, por fim, deu o carro na minha mão. Fiquei um pouco nervosa, ainda mais sob supervisão dela. Mas, apesar de eu levar um tempinho pra acostumar que os carros automáticos têm só dois pedais ao invés de três (só acelerador e freio, sem a embreagem), deu tudo certo. Depois ainda levou um tempo pra acostumar com o tamanho do carro mas, tirando uma batidinha de leve em outro carro (que me custou uns U$200), não tive grandes problemas. É claro que tem a fase de adaptação. Precisamos nos acostumar ao carro (principalmente ao tamanho), conhecer os caminhos, nos adaptar às leis (como ter que parar quando o ônibus escolar está pegando ou deixando crianças, ou que

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podemos, em alguns estados, virar à direita quando o semáforo está vermelho).

Já na segunda família não tive muitos problemas. Como eu dividi o carro com os hosts, meu host father saiu comigocom os dois carros (sendo um deles uma minivan), pra me mostrar os detalhes e tal. Meu maior problema mesmo foi aprender os caminhos. Mas isso também, depois de um tempinho, deixou de ser um problema.

Coloquei umas fotos dos carros que dirigi: eu quase sumia perto da minivan.

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