27 set 2010

Expressões que confundem

Categoria: Cultura

Por: admin

Acontece com toda a boa au pair, de pagar um mico básico em virtude de uma expressão que ela confundconfused1iu o significado ou não entendeu. É importante saber que isso é normal, que um dia também vai acontecer com você, e estar preparada pra levar numa boa, porque depois você vai estar rindo de si mesma!

Eu passei por situações assim duas vezes. Sim, porque apenas uma não me bastou.

Na primeira vez eu conversava com um amigo que havia quebrado o braço, sobre valores de consulta médica, ou planos de saúde, não lembro bem ao certo. De qualquer forma, eram sobre valores. Quando ele me disse o absurdo que pagou por uma consulta médica, eu soltei o meu super indignado “but that’s a steal!”. Ele me olhou com uma cara meio desconfiada e estranha, e disse: “you think so?”. Eu fiquei meio confusa com a reação dele, mas “Yes, I do think so”. E as coisas ficaram por isso mesmo.

O que acontece, na verdade, é que “it’s a steal” é uma expressão usada com relação à coisas muito mais baratas que o seu real valor, ou seja, como se você estivesse roubando a outra parte. Exatamente o contrário do que acontece com o “isso é um roubo”, quando a expressão é empregada como se você estivesse sendo roubado, ao pagar por valores muito altos. Então, o garoto pensou que eu achei a consulta barata, quando na realidade, eu achei super cara.

No segundo acontecimento, não levei dúvida pra casa e resolvi tudo ali na hora. Eu estava em um date com um menino e falávamos sobre cinema. Eu disse pra ele que gostava do Mel Gibson, que o achava talentoso e gostava dos filmes dele. O garoto, muito naturalmente disse que Mel Gibson era um “bad ass”. A minha reação foi na base do “Mel Gibson, bad? Como assim, porque você acha isso?” Então ele me explicou que “bad ass” é na verdade uma coisa boa, significa que o cara é fera naquilo que faz.

Tenho certeza que devem existir muitas outras expressões como essa, mas no momento, não me vêem nenhuma à cabeça. Então se alguém se lembrar de mais alguma e quiser compartilhar, “make yourself at home!”

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26 set 2010

Investimento em material didático

Categoria: Au Pair is..., Cultura, Dicas, Estudos

Por: Barbara Anderaos

Meninas, uma boa dica pra quem quer voltar pro Brasil munida de um bom dicionário inglês-inglês é o:

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Além dele vir acompanhado de um cd com exercícios e outras coisinhas, ele tem explicações gramáticais e muito phrasal verb! Eu paguei por volta dos US$35,oo nos States e aqui no Brasil já encontrei até por R$140,00. Vale a pena trazer um de lá!

Um bom lugar pra comprar livros são as próprias universidades. As bibliotecas estão sempre renovando o acervo de livros, por isso com muita frequencia tem promoção pra “desovar” os livros velhos. Média dos preços: US$1,00!!!! E’ verdade… 1 dólar!!

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26 set 2010

Diversidade

Categoria: Au Pair is..., Cultura

Por: Angeline

Você já parou pra prestar atenção às fotos de au pairs e suas hosts families, principalmente em anúncios e propagandas do programa? O que há de comum nelas? Pois é, muitas vezes nem nos damos contas, mas em todas as fotos que eu vi, principalmente antes de decidir ser uma au pair, as famílias eram brancas, com crianças loirinhas.

Quando comecei a receber ligações das famílias, várias me ligaram, de norte a sul, leste a oeste. Algumas famílias eram judias, outras católicas ou protestantes. Foi então que uma família de Connecticut me ligou, e gostei muito do perfil deles. Gostei da host mother, do modo com que falava comigo, da atenção que me dava, da paciência que tinha quando não conseguia entender algo que dissesse. Gostei tanto dela que resolvi fazer o match após a segunda ligação. Pedi então para que ela me mandasse algumas fotos, bem como algumas outras informações para que eu conhecesse melhor a família e o lugar para onde iria dentro de alguns meses.

Essa foi uma fase de muitas expectativas, afinal, ali começava o próximo ano de minha vida, longe de minha casa, família e amigos. Confesso que fiquei surpresa ao abrir minha caixa de e-mails e me deparar com fotos de uma família negra. Surpresa sim, pois como já disse, ao ver fotos de Host Families com suas au pairs só vemos famílias brancas (que são sim a maioria, porém não as únicas).

Em 11 de setembro de 2005 (sim, 9/11 – alguns anos após os atentados terroristas) embarquei rumo a Hartford, no pequeno estado de Connecticut (CT), entre Boston e NY. Passei os primeiros três dias em um hotel em Stamford, CT no “treinamento” para au pairs. Conheci garotas do mundo inteiro, porém a afinidade maior rolou com as brasileiras.

No último dia no hotel as meninas começaram a pegar trem, avião, ônibus rumo à suas host families. A minha foi me buscar no hotel. Enquanto esperava, comecei a conversar com uma outra menina que esperava a família que vinha de New Jersey, e me disse que eles eram indianos. Ou ainda, uma outra estava indo morar em uma família onde o pai era solteiro, com dois filhos.

Ao chegar à minha “nova” casa, fui conhecendo-os aos poucos. Descobri que tinha uma au pair brasileira, que também morava com uma família negra, do outro lado da rua. Éramos vizinhas e ela me ajudou muito no decorrer dos meses. Os meus hosts parents, assim como os dela, são jamaicanos, que foram para os Estados Unidos ainda crianças. Foi uma ótima experiência! Com eles passei o Natal mais animado de todos, ao som de muita música jamaicana e, para minha surpresa, brasileira. Foi um ano maravilhoso com aquelas duas menininhas sapecas.

Após o término do primeiro ano de au pair, como havia decidido ficar mais um tempo como au pair nos Estados Unidos, mudei-me para o outro lado do país, no estado de Washington, numa cidade chamada Bellevue, perto de Seattle. Lá, os hosts parents eram brancos, como nas fotos das propagandas, e tinham um filho  e duas meninas, que são irmãs biológicas, e foram adotadas e trazidas da Coréia do Sul, quando ainda eram bebês.

Em Seattle conheci muitas pessoas – a maioria au pairs. Tornei-me muito próxima de algumas delas. E uma dessas novas amigas morava com uma host family indiana.

Bem, na verdade o que quero com esse texto é dizer que, diferentemente do que podemos pensar, as host families não serão sempre como vemos nas fotos e propagandas por aí. Sendo os Estados Unidos um país tão grande, é muito comum vermos diversidades culturais, religiosas e étnicas. Sim, a maioria das famílias é formada por papai, mamãe e filhinhos loirinhos, como nos anúncios. Porém não são os únicos. São essas diferenças que tornam os EUA um país tão rico culturalmente, onde você pode encontrar, na mesma rua, restaurantes italianos, chineses, mexicanos e até brasileiros.

Sendo assim, não é de se surpreender que as famílias também façam parte dessa diversidade, pertencendo a diferentes etnias, religiões, culturas, sendo formadas por pais e filhos biológicos, adotivos, pais e mães solteiros, entre tantas outras diversidades.

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18 set 2010

Segurança

Categoria: Cultura, Dicas, Fotos, Medo

Por: Barbara Anderaos

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Certo domingo fui jogar Frisbee com amigos. Nessa época eu morava em San Clemente, CA, mas o acontecido foi num parque numa das cidades vizinhas, em Newport, na famosa região de OC (Orange County).

Uma das minhas amigas que estava de carona comigo esqueceu a bolsa dela em cima do carro enquanto assistia uma partida do jogo e quando tudo acabou, na volta pro carro, eu vejo aquela coisinha roxa descansando por horas, assim, como quem nao quer nada… Tive que registrar e fotografei! Dessa vez ela deu sorte, porque numa outra ocasião quando ela esqueceu a camera digital em cima de uma mesa, num bar/restaurante, que só tinha latinos, foi roubada!

Espero não ser mal interpretada em dizer “latinos”, mas é a mais pura verdade meninas. Infelizmente os locais frequentados mais por brasileiros e cia são menos seguros. Por esta razão eu tinha mais cuidado do que quando estava em lugares só de americanos…

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18 set 2010

Chicken out

Categoria: Au Pair is..., Cultura, Dicas, Medo

Por: Barbara Anderaos

Esse é o nosso famoso AMARELAR! Se uma das kids resolver ficar com medo de alguma coisa, chega pra ela e diga: “Oh come on! Don’t chicken out!” hahahha Anote mais essa na sua listinha de phrasal verb.

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