1 out 2016

Diario de Miami #2

Categoria: Au Pair is..., Dicas, ferias, Viagens e Passeios

Por:

No Segundo dia em Miami fomos para a ROSS, um lugar muito bacana para poder comprar roupas baratas e até mesmo artigos para casa, porém o local tem muita, mais muita coisa mesmo, então você precise garimpar em cada arara. Eu encontrei um vestido longo e com pedrarias, para usar no casamento da minha amiga ano que vem, e paguei $40, mas o vestido é lindo de morrer GENTE!!!!

A Praia de North Beach é muito linda, aqui a mais conhecida é a South Beach, mas só se você estiver atrás de bares, restaurantes e lojas de roupa. Sinceramente achei a praia de North Beach muito boa, e ficava de costas para nosso hotel.

A noite fomos no Seven Eleven, uma rede de posto bem famosa aqui nos EUA , o local é  uma boa pedida o local para quando você estiver com fome e nao tiver muita grana.. Eu experimentei pela primeira vez aquele copão de refrigerante em flocos de gelo (raspadinha), posso dizer que achei bem ruim HAHAHAH com gosto de xarope.

No comments

10 jun 2016

Tempo online, famílias e match

Categoria: Au Pair is..., Dicas

Por:

Oi pessoal, tudo bem?

 

Quando eu estava online buscando pela minha host family, sempre buscava informações sobre o tempo que outras meninas ficaram online, quantas famílias haviam falado e quanto tempo foi necessário até o match.

Pois aqui estou para contar um pouco do meu processo pra vocês:

Entreguei toda a documentação e em 15 dias fiquei online. Depois que fiquei online perdi todo o controle! HAHAH, acho que acontece com todo mundo! Ficava entrando no site de 10 em 10 minutos… e quando recebia e-mail de família quase tinha um treco…

Depois de 2 dias que eu estava online entrou a primeira família no meu perfil… foi amor à primeira vista. Talvez por ter sido a primeira, achei que ia dar match e super me empolguei… já me via morando a família, pesquisando sobre a cidade, o que faria no meu tempo livre… trocamos vários e-mails e fizemos 3 skypes..até que eles me disseram que queriam match com outra au pair.

Depois disso entraram mais 8 famílias no meu perfil. Fiz Skype com quase todas, mesmo aquelas que eu não havia gostado muito, pois pensei que seria uma oportunidade de praticar o inglês.

 

Minha família foi a 5ª a entrar no meu perfil e logo de cara já pensei “não quero porque tem adolescente”. Queria cuidar de crianças mais novas. Mas, pensando em praticar o inglês, topei fazer o skype. E aconteceu que a família era maravilhosa! A host super simpática, o host gente boa, as crianças muito fofas e bem comportadas. Depois de 5 Skypes e muuuitos e-mails tivemos o match!! Estou nessa família há 10 meses e os amo muito!! Fiz muitaaass perguntas e conversei com todo mundo da família pra ter certeza que não teria surpresas.

Resumindo: fiquei 24 dias online e conversei com 9 famílias. Lembre-se de que o meu tempo pode não ser o mesmo que o seu. Preocupe-se em escolher bem a família e não em vir logo, pois todo mundo tem sua hora! Capriche no perfil e mantenha-se ocupada para não freak out procurando a host family.

 

Boa sorte no processo de todas!!

Beijos,

Vanessa.

 

 

No comments

5 fev 2016

TUDO O QUE VOCÊ SEMPRE QUIS SABER SOBRE SER AU PAIR – #UMAPERGUNTAPORVEZ

Categoria: Atividades, Au Pair is..., Cultura, Dicas

Por:

UMA PERGUNTA DE CADA VEZ.

Olá olá, maoew, hi, holá! Antes de me jogar de cabeça nessa vida de Au Pair, qualquer informação nova que chegasse até mim, me fazia vibrar de tanta curiosidade e empolgação. E as dúvidas então?! Cada dia surgia uma para acabar com a minha paz, por isso resolvi criar o quadro UMA PERGUNTA DE CADA vez aqui, onde você também pode participar me perguntando o que sempre quis saber! Para quem não sabe, existe um grupo no Facebook criado especialmente para sanar QUALQUER dúvida que qualquer pessoa tenha à respeito do programa. Abri um espaço para as meninas me perguntarem o que quiser e o resultado tem gerado perguntas muito boas. Em cada post do blog, vou tentar responder com o máximo de detalhes possíveis o que cada uma de vocês me perguntarem, certo meu povo? ENTÃO VAMOS LÁ!

“Qual a regra da sua casa, da sua família que você menos gosta? (Regra imposta pela casa, não pelo programa).” – PERGUNTA DA GABRIELLA TEIXEIRA, DE SÃO PAULO

RESPOSTA: Gabi, não sei se o fato dos meus host parents serem novos influencia nessa questão, mas eles se mostram bem abertos comigo quando o assunto é regras da casa. Até mesmo porque é MUITO IMPORTANTE você extrair o máximo de informações possíveis antes de fechar o tão sonhado match. Eu me lembro que fiz pelo menos umas mil perguntas durante o primeiro Skype que tive com a família ainda no Brasil, mas ainda assim, como é um momento onde a gente fica muito ansiosa (o), pode acabar esquecendo de perguntar uma coisa. Quando isso acontece, o melhor a se fazer é ter jogo de cintura e tentar resolver o assunto antes que ele se torne uma bola de problemas. Vou listar abaixo uma série de coisas que eu me sinto à vontade para fazer, mas que já vi algumas meninas terem problema com isso. Lá vai:

1- Posso convidar amigas para dormir em casa desde que eu avise e que eles conheçam a pessoa antes. Posso dormir fora aos finais de semana quando eu quiser. Vamos ter bom senso, seus pais brasileiros diriam o mesmo, né não?!

2- Não tenho curfew aos finais de semana. Pra quem não sabe, curfew é o horário que os hosts parents façam questão que você esteja em casa caso saia para a balada e afins. Durante a semana, eu devo estar em casa em um horário razoável para que possa descansar antes de trabalhar no outro dia, mas um horário certinho mesmo eu não tenho.

3- Posso pegar a comida que eu quiser da geladeira. Onde eu moro não tem miséria não! Inclusive, eu assalto a dispensa bonito em algumas noites.

4- Minha host não liga que eu use o celular durante o trabalho desde que isso não interfira nos cuidados que preciso ter com o bebê.

Bom, é isso Gabriella, eu sei que sua dúvida não foi respondida na exatidão que você pretendia, porém se atente para a lista acima. Como eu disse, já vi muita gente reclamando por não se sentir à vontade fazendo coisas do tipo na casa da host family.

E se você também tem uma dúvida, é só mandar no email beatrizbigarello@outlook.com colocando no título UMA PERGUNTA DE CADA VEZ, que terei o maior prazer em te ajudar!

Beijos e até a próxima edição do quadro #UMAPERGUNTADECADAVEZ

 

No comments

17 jan 2016

Dicas para escrever a carta para a Host Family

Categoria: Dicas

Por:

Olá galera! Tudo bem? Senta que lá vem post longo.

Animadas para embarcar no mundo auperiano em 2016? Adoro a energia boa que o começo do ano traz para nós, fazemos mil planos e parece que temos um gás a mais para realizá-los. Que tal começarmos pela carta para a host family?

A host family letter é muito importante pois a família te conhece um pouco mais, seus gostos, passatempos, suas atividades favoritas com as crianças, etc…  A minha carta foi bem elogiada pelas famílias quando estava online. Uma host mom me disse que só lendo minha carta já deu pra me conhecer bem. Então… vamos às dicas:

— Não esqueça da saudação (é óbvio, mas vai que… lol)

— Comece falando sobre você, sua família, seu trabalho, seus estudos.

— Fale um pouco sobre sua família, para que a host family possa conhecer o ambiente em que você vive. Se tiver irmãos mais novos, pode escrever sobre eles e a ajuda que você deu para sua mãe cuidando deles.

— Fale sobre sua experiência com crianças. Não esqueça de informar a idade, as atividades que era responsável por e também as que mais gostava de fazer com elas. Se tem experiência dirigindo, escreva sobre isso também, as famílias buscam muito isso nas au pairs.

— Fale sobre sua experiência profissional/acadêmica. Se isso for te ajudar com a experiência com crianças (eu era professora de inglês para crianças), melhor ainda, mas se não for, escreva mesmo assim porque a host family procura ver seus interesses e habilidades. Por exemplo: Uma família super saudável está em busca de uma au pair que entenda de refeições balanceadas e você cursa nutrição/trabalha na área, olha que ótimo :). Se você já tem uma ideia do que quer estudar enquanto estiver nos EUA, escreva sobre isso também.

— Escreva sobre o que você faz em seu tempo livre. E capriche. As host families amam saber disso! Se você gosta de sair, fale sobre seu lugar favorito, se gosta de assistir séries, conte qual é a sua favorita. Isso ajuda a criar uma possível conexão com a host family. Exemplo: Você ama The Big Bang Theory e a possível host mom também. Já é um assunto para a entrevista por Skype.

— Se você já fez outro intercâmbio ou ficou um tempo sozinha longe de casa, conte sua experiência. São vários pontos a mais com a hf nos quesitos maturidade, responsabilidade e independência. Se não tiver passado um tempinho all by yourself não tem problema e é o caso da maioria das meninas. Seja positiva! Demonstre firmeza na decisão de morar fora e entusiasmo!! Diga que tem certeza que passar uma temporada fora te proporcionará crescimento pessoal e profissional.

— Finalize escrevendo sobre as razões de querer ser um au pair nos Estados Unidos. Essa é uma pergunta que as host families sempre fazem e se você já tiver pensado nisso antes, te ajudará muito. Tente ser o mais sincera possível. Se quer viajar, fale sobre uma dream trip que gostaria de fazer no seu ano de au pair, se precisa melhorar o inglês, fale que morar com uma família americana vai ser essencial para a melhora do idioma. Não esqueça de mencionar as crianças, afinal esse será seu trabalho e eles gostariam de ler que você quer ser uma au pair também porque ama estar com elas.

 

Bom, se você escrever sobre todos os assuntos acima, tenho certeza que atingirá o mínimo de 600 palavras necessárias e dará uma boa noção à host family de quem você é.

 

Se vocês quiserem, podem enviar as cartas de vocês por e-mail e eu as revisarei quando tiver um tempinho :)

Meu e-mail é eltvanessa@gmail.com

Boa sorte a todas!!!

Nos vemos na terra do tio Sam.

Vanessa

 

Essa foi a minha carta:

Hello host family! It’s a pleasure to write for you.
My name is Vanessa, I have a degree in Languages – Portuguese and English. I’m 22 years old and I live in Vinhedo, a very beautiful town in the state of São Paulo. I live with my family. They’re: mom Marlene, dad Flávio and brothers (Vinícius, who is 12 and Vitor, who is 15). I have a loved pet: Russell, my cat. I really love animals and I’d love to help if you have any cats or dogs. I’m a school teacher and auxiliary coordinator at SKILL, a languages school. I teach Portuguese and English to kids, teens and adults. I love my job, I think it is one of the most gratifying professions one could have. My father is a very hard work man who owns a small factory that produces truck pieces. My mom is a housewife and also works hard in order to keep the house organized and the family happy. My youngest brother, Vinícius is a very energetic boy who loves to play soccer with his friend. So does Vitor, the middle child. They play a lot with their neighborhood friends. I’ve always helped my mom to take of my brothers. Vitor, who is now a teenager, was the second child in my family. He was born when I was 7 years old so I could help looking after him and playing with him. When my youngest brother was born I was 11 years old, so I could help a lot more. I could bathe him, prepare snacks, take him to school, help with the homework, play… We did lots of things together and we’re very close. Besides the constant help I’ve given my mom with my brothers, I also took care of Clara and Junior. I took care of them when I was 18 years old. Clara was 4 and Junior was 12. They’re amazing kids and I really liked working for Tobias’ family. I used to bathe Clara, cook for her, change her clothes, take her to school, help with her homework, keep her bedroom in order and, of course, play a lot with her. We used to do lots of different activities such as: going to the playground near her house, doing arts and crafts, swimming, drawing, etc. She is a very beautiful girl and we’re still keeping touch. Junior was older, so he could do most of the activities himself. He is a very intelligent boy and always enjoyed computer games. I used to help him with his homework, take him to school, cook for him, keep his bedroom in order and take him to swimming and guitar classes. I took care of Marcelo and Roberto as well. I was fully responsible for them from monday to friday from 8 am to 6 pm in December of 2014, January and February of 2015. I could work as their nanny because the school I work was closed for vacation. Marcelo is 7 and Roberto is 10. They’re my neighbors and their mom asked me to look after them while she was working as a salesperson. It was a really great opportunity to mantain contact with children. I used to prepare their meals, play with them, help with the shower, and for a few days take them to school. Just for a dew days because in Brazil the school vacation happens from December to January. I enjoyed taking care of them and I still see them almost every day.

I’ve also worked as a school teacher in three different schools. Most of my students were from 6 to 9-year-old-full-of-life-kids. Being a teacher is so special! We have magic moments inside and outside the classroom. It’s fantastic to see a kid who knows nothing about English or Portuguese (if he/she is a foreign) and in a few months you bump into the kid and he/ she is speaking the target language. It feels really good. Kids learn so fast! I’m always searching for games and different activities to bring to my classroom. I want my students to feel as good as possible while they’re with me. We play indoors and outdoors, sing songs, dance and cook in our classes. Teaching is very challenging, no doubt, but if you really love it and is prepared to do so it’s wonderful and that’s for sure.

I spend most of my time preparing my classes and reading brazilian literature books. I think I’m a very lucky person because I love everything I do. I really like studying languages. My course is excellent and requires a lot of hard work, which it’s great and one more reason for me to do my best. My favorite subject was Brazilian Literature, I just love studying it! My favorite author is Machado de Assis. He’s one of the greatest poets in the world. I admire my professors and I wish that in the future I may be so experienced as them.

One of my favorite pastimes is to read. I love reading and I have a quite big collection of books. I also like to write, sing, run, watch movies and sitcoms, swim, go out with friends. My best friend is Ana. We often go to the mall in our free time, we like to watch movies, buy new books and have coffees. I’m a big fan of old movies and my favorite director is Alfred Hitchcock. I love the French language and culture. I love learning new languages in general, but the French language really fascinates me.

Well, that was a little bit of me and the life I have here in Brazil. Being an au pair is an excellent choice for my life. I couldn’t find a way to be happier living abroad than taking care of kids and speaking English all the time. I hope this experience brings me lots of good stories to tell, memories to carry all my life, photos to show my family, improvement to my English, and a host family to remember and always keep in my heart.

Thanks for reading.
Best wishes,
Vanessa.

No comments

10 dez 2015

Quando me perdi…

Categoria: Atividades, Au Pair is..., Dicas, Medo, Viagens e Passeios

Por:

AUPAIRIS

Quando me perdi de mim, decidi encarar isso de frente e aceitar o fato de que perdas eventualmente culminam em encontros. Tracei um plano de sobrevivência que me faria enxergar o futuro com meus pés doloridos do agora e sem perceber, minha vida por si só, em um movimento apenas biológico que imita a cura de uma ferida física visível, foi curando pouco a pouco meus machucados internos que ninguém fazia ideia que estavam ali. Foi dolorido, mas libertador. É preciso se atirar no mar quando nossa alma cansada de lama, pede para se banhar em água viva. Já diziam os curandeiros que sal serve para espantar todos os males que carregamos nessa vida. No meu caso, me atirar não foi preciso. Eu simplesmente mergulhei de cabeça. Foi necessário e me curou. Cada um sabe o machucado que mais dói, e não preciso expor o que aconteceu naquela época que tirou minha liberdade de respirar o ar mais puro que meus pulmões aguentavam. Mas foi-se. E só quando me perdi, pude descobrir a outra vida que existia aqui fora. Fora da caixinha de achar que tudo tinha que ser como eu gostaria que fosse, fora das visões preconceituosas que todo ser humano carrega por sina, fora de todo o medo de tentar algo diferente e fracassar. E a vida de intercâmbio me trouxe a maior certeza que alguém poderia me dar: nada pode ser tão perda que não te dê a chance de se reencontrar de novo.

Por Beatriz Bigarello

Me segue nas redes sociais:

Facebook – Clique aqui.

Instagram – Clique aqui.

 

No comments