1 jul 2015

Dicas de Etiquetas nos EUA

Categoria: Au Pair is..., Cultura, Dicas

Por:

Queria poder ter essas dicas antes de ter vindo pra cá. Porque muita coisa acabei aprendendo na marra e ainda de vez em quando acabo pisando no tomate haha. Brasil e Eua são super diferentes culturalmente. E aqui umas das etiquetas básicas são as seguintes  :

 

  • Sempre use as palavras mágicas. Please and Thank you. Para tudo! Se alguém te oferecer algo você sempre tem que dizer “yes please” ou “no thank you”. Nunca diga só No ou Yes. É considerado muito rude;
  • Se acontecer de você não entender algo nunca sei What (what é tipo muito rude). Fale I’m sorry or Pardon me.
  • Não esqueça das gorjetas. Por mais que tenha sido horrível o atendimento. Esquecer das “tips” é quase um crime. E é sempre 15% acima do valor da conta.
  • Quando estivar na mesa com família, amigos ou whatever para uma refeição espere por todos para começar a comer. Principalmente em restaurante, espere sempre o prato de todo mudo chegar.
  • Não use o celular em jantares ou reuniões.

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21 jun 2015

Valor da moeda americana

Categoria: Au Pair is..., Cultura, Dicas, Dinheiro

Por:

Oi Gente

Para dar um help. A moeda american não vem com o valor descrito, igual estamos acostumados no Brasil. Cada uma tem um nome diferente e cada nome é um valor haha meio complicado. Levei um tempinho mais ainda não sei ao certo sobre o valor das moedas hehe

  • Penny = 1 cent ( e tem a moeda de one cent mesmo)
  • Nickel = 5 cents
  • Dime = 10 cents
  • Quarter = 25 cents
  • Half dolar = 50 cents (nunca vi)
  • One dolar = Um dólar (tbm nunca vi)
  E o legal é que os Quarters são colecionáveis. Elas representam todos os 52 estados americanos e você comprar o livro e começa-lo a preenche-lo com as moedas dos Estados que você encontrar. Eu tenti uma vez mas acabei desistindo haha
Beijooos :*

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16 jun 2015

Sobre comida… Será que engordarei?

Categoria: Au Pair is..., Cultura, Dicas, Fotos, Medo, Saúde e Bem-estar

Por:

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Reza a lenda que se você ficar nos EUA por mais de um mês, engordará a ponto de ficar irreconhecível. Será isso uma verdade ou um https://www.acheterviagrafr24.com/achat-viagra-en-ligne-sans-ordonnance/ mito? A comida nos Estados Unidos engorda? Não querida, a comida não engorda. Quem engorda somos nós que a comemos! kkk

Brincadeiras a parte, vou contar um pouquinho da minha experiência com alimentação e peso até agora. Primeiramente, faz-se necessário admitir que nunca fui um poço de magreza. Tá bom, eu admito, nunca fui magra! Sério, não sei o que é isso. Tenho problemas com medidas desde que aprendi a contar (e a fazer comparações). Diz minha mãe que nasci com dois quilos, mas como eu não conseguia aproveitar a minha magreza naquela época, isso não conta. Já fui mais e menos pesada no decorrer da minha vida, sempre variando entre gordinha, fortinha, fofinha, cheinha, e todos os “inhas” ofensivos que se pode imaginar.

Antes de vir para cá, estava super animada com o fator peso e comida. Sempre ouvi e acreditei que 80% dos americanos eram obesos, então pensei que me sentiria em casa. Sempre passava pela minha cabeça “vou ser miss naquele lugar”. De fato eu sou, mas não no sentido brasileiro. Para minha surpresa, as pessoas que encontrei na minha região (e na maioria dos lugares por onde passo) são magras e saudáveis. Sério, de um jeito que chega a ser irritante! Todos aqui parecem estar preocupados com a alimentação e as ruas vivem repletas de pessoas caminhando e correndo, das mais variadas idades. A verdade é que me senti mais excluída dos padrões de beleza do que me sentia no Brasil. A única vantagem de ser gorda aqui é que a maioria das lojas de roupa tem setor “plus size”. Claro que é só um cantinho no fundo da loja com umas poucas opções, mas ainda assim é bem melhor que no Brasil, e o estilo é mais moderno e descolado. Mas ainda assim, somos um setor descriminado.

Porém, voltemos ao que interessa neste post: a comida! Bom, minha host family tem um padrão alimentar bem saudável, e pelo que eu converso com minhas amigas por aqui, é mais ou menos o mesmo esquema na maioria das famílias. Eles costumam comer em poucas quantidades, várias vezes ao dia, vários snacks. O café da manhã aqui em casa costuma ser cereal, toast ou ovos. Aliás, um fato interessante é que todo o pão que eles comem aqui, passa pela tostadeira antes (por isso todo pão vira toast). Mas não é torrada como a gente costuma comer no Brasil, dura e crocante. Eles torram bem pouco o pão aqui, só pra dar uma esquentada e ficar mais “firme”. no almoço geralmente eles comem qualquer coisa, não tem uma regra. O que sobrar do jantar do dia anterior, algum snack congelado, qualquer coisa mesmo, não é uma refeição muito importante. Já o jantar para eles é sagrado. Costumam jantar bem cedo por aqui, entre 5 e 6 horas. Na maioria das vezes a host mom é quem cozinha, mas as vezes eles só preparam algo congelado ou comem fora. Quando ela cozinha geralmente faz algum tipo de macarrão (tudo chamado de pasta) e alguma carne. Nunca os vejo comendo fast food.

E por falar em fast food… É engraçado de ver a diferença cultural entre os países. Enquanto no Brasil fast food é comida “de status”, aqui pertence mais a classe econômica baixa. Inclusive por causa dos sildenafil 100 mg ligne nasl kullanlr preços. Um lanche básico aqui do Mac custa a baratela de 1 dólar. Sim, pasmem! Então o que acontece é que nós “au poors”, pobres intercambistas, tendemos a vir para cá com a opinião brasileira de que fast food é chique. E como aqui é muito barato, se não tomar cuidado engorda mesmo! A vantagem dos restaurantes fast food é que você paga o valor do lanche e pronto (talvez com alguns centavos de acréscimo da taxa). já nos restaurantes tradicionais (de comida de verdade), além de se pagar mais caro, há o fator TIP, a legendária gorjeta do brasil (que até hoje nunca vi ninguém dar no nosso país). Aqui a tal da TIP é quase que obrigatória. Não que você vá ser preso se não der, mas corre o risco de comer algo cuspido na próxima refeição, ou de ser maltratado. Então como fast food é a opção mais barata e prática, acabamos optando por ela muitas vezes (sim, eu confesso!).

Claro que se você leu até aqui, deve estar se perguntando: e eu que vos escrevo, será que engordei (ainda mais)? Para a surpresa de todos, não! Felizmente estou sabendo manter o controle. Já tive momentos de desespero, em que pedi salada, hamburger, batata frita e refrigerante e comi tudo numa só refeição (e passei o resto da semana arrependida). Mas para cada extravagância cometida, é um dia sem jantar compensado com muito exercício na academia. É preciso ter

consciência, porque não são poucos os casos de meninas que engordam por aqui… Aliás, posso dizer que dos poucos gordos e gordas que vi por aqui, uns 80% eram estrangeiros, e desses 80%, uns 90% latinos. Sim, o pessoal do gingado fica enlouquecido! E quanto a história dos americanos serem obesos, pode até ser verdade, mas não na região onde vivo. Talvez porque vivo numa região de classe econômica média-alta, e a posição financeira influência muito nos hábitos de vida, inclusive os alimentares. Então, sinto muito, mas verdade seja dita: não conheci nenhum gringo gordo e rico!

Quanto a preocupação de algumas meninas em se adaptar com a comida daqui, não creio que seja um problema. Minha host family (que é excelente comigo) sempre me pergunta o que eu quero que eles comprem pra eu comer. Posso colocar o que eu quiser na lista, e mesmo sem eu colocar, eles as vezes adivinham. Não falta arroz e feijão em casa, então se eu quisesse poderia comer a mesma coisa que eu comia no brasil, todos os dias. Só que eu penso que se a gente vai pra outro país pra fazer exatamente o que já fazia antes, melhor permanecer no conforto de sua casa, com sua família. Na minha opinião, devemos vir para cá com a mente aberta, disposta a experimentar coisas novas, ao menos dar uma chance. Claro que eu amo comer uma comidinha brasileira as vezes, ou me sentir em casa em um restaurante do Brasil, mas não acho que valha a pena fazer isso todo dia.

Pra quem ficou curiosa pra saber como eu sou, essa sou eu!

Então, para concluir: os riscos de engordar aqui são os mesmos em qualquer lugar. A regra é básica, quanto mais comida, mais peso. A variedade de comida que se encontra é impressionante. Por ter muitos estrangeiros vivendo aqui, é fácil encontrar comidas e restaurantes típicos de vários países do mundo. Claro que nada vai ser igual a comida do nosso país, e haverá dias em que nos sentiremos frustradas com isso. Quanto a comida da host family, vai depender da família que você escolher. A minha, como eu já disse, me deixa livre pra comer o que quiser. Posso jantar com eles ou comer minha própria comida, não se importam. Claro que há famílias que ficam ofendidas se a au pair não partilha das refeições, e que tampouco compra comida “especial” para ela. Mas aí vai de cada uma, acho que o segredo do sucesso aqui é escolher bem a sua host family.

70-347  

1Y0-201  
C_TFIN52_66  
2V0-621  
9L0-066  
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300-320  
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16 jun 2015

Como trocar seu visto para Estudante

Categoria: Au Pair is..., Dicas, Estudos

Por:

Hello Everybody,

Pra quem ainda não sabe, estou trocando meu visto para estudante e vim explicar um pouco como funciona esse processo.

Existem duas opções:

First of all: Você volta para o seu país de origem e solicita o visto lá. Você tem que preencher um novo DS. Agendar uma entrevista, levar todos os documentos solicitados. Passar pelo mesmo processo tudo de novo e sim corre o risco de ser negado.

Mas se você tira seu visto no seu país de origem, essa é a vantagem porque você vai ter o visto no seu passaporte e pode entrar e sair do país para onde quiser até o seu visto vencer.

OU

Second choice. Change Status. Trocar status funciona da seguinte forma. Você troca seu status do seu visto atual para o F1 sem voltar para o seu país. Ou seja, você só troca status você não recebe o visto no seu passaporte. O governo sabe que você está legalmente no país, mas se você sair você não pode voltar sem que solicite de novo um visto. Porque você só entra com o VISA no seu passaporte, e o único que vai ter será o seu primeiro da sua primeira entrevista. Você pode sair do país e tudo mais, mas corre o risco do visto ser negado e você não poder voltar.

Na troca de status você também corre o risco de ser negado, mas chances são bem menores. E nesse caso a escola ou faculdade te ajudam no processo. Você precisa preencher o I-20 Request Form que é onde você comprova seu sponsor room e abroad. O I-539 Form que é o Change Status form. Você entrega tudo isso na faculdade e eles revisam e mandam para o governo. Para obter uma resposta da “troca de status” é mais demorado, pode levar de três a seis meses. E se for negado você tem 30 dias para sair do país.

Espero que tenha ajudado! Beijos

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7 jun 2015

Nova família e trocando meu visto para Estudante

Categoria: Au Pair is..., Dicas

Por:

Oii Gente,

Eu estou aqui há onze meses já e há um tempinho atrás tomei um decisão super importante.
Eu estou trocando de família e saindo do programa. Fiz um vídeo contando sobre isso. Espero que gostem! Beijooos :*

Veja o vídeo AQUI 

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