Aqui, mais uma vez, depende muito da família com a qual você vai morar.
Tem famílias que disponibilizam um carro somente pra Au Pair, para que ela possa usar com as crianças e uso pessoal.
Já em outras famílias, a Au Pair divide o carro com os hosts , tendo que “negociar” o uso do carro nas horas vagas.
Quem paga pela gasolina também depende muito. A família tem que pagar pela gasolina usada para levar e trazer as crianças da escola e outras atividades e também pelo que é usado pra Au Pair chegar ao local em que estuda e nas reuniões com a Counseler. . O que é usado para uso pessoal depende de cada família. Algumas são mais flexíveis, já outras marcam cada milha que a Au Pair dirigiu.
Na primeira família eu tinha um carro (uma mini van na verdade) só pra mim. Eu podia usá-la tanto durante a semana quanto aos finais de semana. Algumas vezes meus hosts a usavam, pois ficava num lugar mais fácil da drive way. Eles sabiam que um tanque cheio de gasolina por semana era suficiente pra levar/trazer as crianças na escola e pra eu ir até a universidade onde fazia um curso. O que passava desse tanque cheio ficava por minha conta. Geralmente eu tinha que colocar U$15 ou U$20 por semana, dependendo de onde tinha ido e quanto tinha usado. A van consumia muito combustível, então quando ia a lugares mais longe, fora da cidade, geralmente a gasolina era dividida entre todos que estavam comigo. O único problema é que o carro não podia “dormir fora”, ou seja, se eu não fosse dormir em casa, primeiro tinha que deixar o carro em casa.
Já na segunda família, eram 2 carros (sendo um deles uma mini van) pra serem divididos entre os hosts e mim. Como a host mother não trabalhava fora e estava sempre em casa isso não era um problema. Tinha minha agenda semanal bem definida e conciliávamos o uso dos carros. À noite quando os dois carros estavam em casa, eu podia usar um deles sem problema. Como o uso era divido entre nós 3, eles eram mais flexíveis quanto à gasolina. Eu só precisava colocar quando eu usava mais da metade do tanque (e como era um carro híbrido super econômico, isso só aconteceu umas 2 ou 3 vezes). Também, caso ficasse combinado, eu poderia viajar com o carro ou passar o final de semana fora. Como a maioria das minhas amigas morava longe de mim, geralmente na sexta-feira eu ia até a casa de uma delas e só voltava no domingo.
Esse é mais um assunto que deve ser perguntado à família antes mesmo do match, ainda mais se eles morarem nos subúrbios, onde fica muito difícil a locomoção sem um carro.



Fazer nossa própria unha pode ser bem chatinho e algumas vezes até difícil, mas não é impossível de se fazer. Quando estiver no Brasil ainda, peça algumas dicas à sua manicure, de como empurrar e tirar cutícula ou a melhor forma de passar o esmalte.
Para as que têm cabelos compridos, que precisam ter as pontas cortadas (que era o meu caso, já que o uso constante do secador detona as pontas), deixo aqui duas opções: a primeira é pedir para uma amiga, com algum controle motor, para cortar apenas as pontinhas; o outro jeito é colocar em prática o que aprendemos na TV e jogar TODO o cabelo pra frente e nós mesmos cortarmos, em linha reta se possível, as pontinhas. Tenha uma tesoura boa e específica para isso. Desse jeito, o cabelo ainda ganha um corte meio repicado, já que não fica reto atrás.









