16 jun 2015

Sobre comida… Será que engordarei?

Categoria: Au Pair is..., Cultura, Dicas, Fotos, Medo, Saúde e Bem-estar

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Reza a lenda que se você ficar nos EUA por mais de um mês, engordará a ponto de ficar irreconhecível. Será isso uma verdade ou um https://www.acheterviagrafr24.com/achat-viagra-en-ligne-sans-ordonnance/ mito? A comida nos Estados Unidos engorda? Não querida, a comida não engorda. Quem engorda somos nós que a comemos! kkk

Brincadeiras a parte, vou contar um pouquinho da minha experiência com alimentação e peso até agora. Primeiramente, faz-se necessário admitir que nunca fui um poço de magreza. Tá bom, eu admito, nunca fui magra! Sério, não sei o que é isso. Tenho problemas com medidas desde que aprendi a contar (e a fazer comparações). Diz minha mãe que nasci com dois quilos, mas como eu não conseguia aproveitar a minha magreza naquela época, isso não conta. Já fui mais e menos pesada no decorrer da minha vida, sempre variando entre gordinha, fortinha, fofinha, cheinha, e todos os “inhas” ofensivos que se pode imaginar.

Antes de vir para cá, estava super animada com o fator peso e comida. Sempre ouvi e acreditei que 80% dos americanos eram obesos, então pensei que me sentiria em casa. Sempre passava pela minha cabeça “vou ser miss naquele lugar”. De fato eu sou, mas não no sentido brasileiro. Para minha surpresa, as pessoas que encontrei na minha região (e na maioria dos lugares por onde passo) são magras e saudáveis. Sério, de um jeito que chega a ser irritante! Todos aqui parecem estar preocupados com a alimentação e as ruas vivem repletas de pessoas caminhando e correndo, das mais variadas idades. A verdade é que me senti mais excluída dos padrões de beleza do que me sentia no Brasil. A única vantagem de ser gorda aqui é que a maioria das lojas de roupa tem setor “plus size”. Claro que é só um cantinho no fundo da loja com umas poucas opções, mas ainda assim é bem melhor que no Brasil, e o estilo é mais moderno e descolado. Mas ainda assim, somos um setor descriminado.

Porém, voltemos ao que interessa neste post: a comida! Bom, minha host family tem um padrão alimentar bem saudável, e pelo que eu converso com minhas amigas por aqui, é mais ou menos o mesmo esquema na maioria das famílias. Eles costumam comer em poucas quantidades, várias vezes ao dia, vários snacks. O café da manhã aqui em casa costuma ser cereal, toast ou ovos. Aliás, um fato interessante é que todo o pão que eles comem aqui, passa pela tostadeira antes (por isso todo pão vira toast). Mas não é torrada como a gente costuma comer no Brasil, dura e crocante. Eles torram bem pouco o pão aqui, só pra dar uma esquentada e ficar mais “firme”. no almoço geralmente eles comem qualquer coisa, não tem uma regra. O que sobrar do jantar do dia anterior, algum snack congelado, qualquer coisa mesmo, não é uma refeição muito importante. Já o jantar para eles é sagrado. Costumam jantar bem cedo por aqui, entre 5 e 6 horas. Na maioria das vezes a host mom é quem cozinha, mas as vezes eles só preparam algo congelado ou comem fora. Quando ela cozinha geralmente faz algum tipo de macarrão (tudo chamado de pasta) e alguma carne. Nunca os vejo comendo fast food.

E por falar em fast food… É engraçado de ver a diferença cultural entre os países. Enquanto no Brasil fast food é comida “de status”, aqui pertence mais a classe econômica baixa. Inclusive por causa dos sildenafil 100 mg ligne nasl kullanlr preços. Um lanche básico aqui do Mac custa a baratela de 1 dólar. Sim, pasmem! Então o que acontece é que nós “au poors”, pobres intercambistas, tendemos a vir para cá com a opinião brasileira de que fast food é chique. E como aqui é muito barato, se não tomar cuidado engorda mesmo! A vantagem dos restaurantes fast food é que você paga o valor do lanche e pronto (talvez com alguns centavos de acréscimo da taxa). já nos restaurantes tradicionais (de comida de verdade), além de se pagar mais caro, há o fator TIP, a legendária gorjeta do brasil (que até hoje nunca vi ninguém dar no nosso país). Aqui a tal da TIP é quase que obrigatória. Não que você vá ser preso se não der, mas corre o risco de comer algo cuspido na próxima refeição, ou de ser maltratado. Então como fast food é a opção mais barata e prática, acabamos optando por ela muitas vezes (sim, eu confesso!).

Claro que se você leu até aqui, deve estar se perguntando: e eu que vos escrevo, será que engordei (ainda mais)? Para a surpresa de todos, não! Felizmente estou sabendo manter o controle. Já tive momentos de desespero, em que pedi salada, hamburger, batata frita e refrigerante e comi tudo numa só refeição (e passei o resto da semana arrependida). Mas para cada extravagância cometida, é um dia sem jantar compensado com muito exercício na academia. É preciso ter

consciência, porque não são poucos os casos de meninas que engordam por aqui… Aliás, posso dizer que dos poucos gordos e gordas que vi por aqui, uns 80% eram estrangeiros, e desses 80%, uns 90% latinos. Sim, o pessoal do gingado fica enlouquecido! E quanto a história dos americanos serem obesos, pode até ser verdade, mas não na região onde vivo. Talvez porque vivo numa região de classe econômica média-alta, e a posição financeira influência muito nos hábitos de vida, inclusive os alimentares. Então, sinto muito, mas verdade seja dita: não conheci nenhum gringo gordo e rico!

Quanto a preocupação de algumas meninas em se adaptar com a comida daqui, não creio que seja um problema. Minha host family (que é excelente comigo) sempre me pergunta o que eu quero que eles comprem pra eu comer. Posso colocar o que eu quiser na lista, e mesmo sem eu colocar, eles as vezes adivinham. Não falta arroz e feijão em casa, então se eu quisesse poderia comer a mesma coisa que eu comia no brasil, todos os dias. Só que eu penso que se a gente vai pra outro país pra fazer exatamente o que já fazia antes, melhor permanecer no conforto de sua casa, com sua família. Na minha opinião, devemos vir para cá com a mente aberta, disposta a experimentar coisas novas, ao menos dar uma chance. Claro que eu amo comer uma comidinha brasileira as vezes, ou me sentir em casa em um restaurante do Brasil, mas não acho que valha a pena fazer isso todo dia.

Pra quem ficou curiosa pra saber como eu sou, essa sou eu!

Então, para concluir: os riscos de engordar aqui são os mesmos em qualquer lugar. A regra é básica, quanto mais comida, mais peso. A variedade de comida que se encontra é impressionante. Por ter muitos estrangeiros vivendo aqui, é fácil encontrar comidas e restaurantes típicos de vários países do mundo. Claro que nada vai ser igual a comida do nosso país, e haverá dias em que nos sentiremos frustradas com isso. Quanto a comida da host family, vai depender da família que você escolher. A minha, como eu já disse, me deixa livre pra comer o que quiser. Posso jantar com eles ou comer minha própria comida, não se importam. Claro que há famílias que ficam ofendidas se a au pair não partilha das refeições, e que tampouco compra comida “especial” para ela. Mas aí vai de cada uma, acho que o segredo do sucesso aqui é escolher bem a sua host family.

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3 jun 2015

E o medo?!

Categoria: Au Pair is..., Dicas, Fotos, Medo, Viagens e Passeios

Por:

Sim, eu sei que um dos maiores problemas de se tornar

uma au pair é o medo que sentimos. Medo de deixar a família, o emprego, medo de não se adaptar, de sofrer algum tipo de violência, de se perder, de voar de avião, de deixar o namorado, de não fazer novos amigos, de não conseguir falar inglês… Todos esses e muitos outros também fizeram parte da minha jornada, e tenho que confessar que ainda fazem as vezes. Não, este post não é nenhum tipo de auto-ajuda que

acabará com seus medos, mas uma forma de mostrar que mesmo com medo é possível correr atrás dos seus sonhos.

A verdade é que se você chegou até aqui, e está pesquisando muito sobre a vida “auperiana”, no fundo você já tomou a sua decisão. Agora é só uma questão de ir em frente. Aconteceu prix cialis 20mg en https://www.viagrasansordonnancefr.com/viagra-france/ pharmacie comigo também, passei meses pesquisando informações, lendo blogues, assistindo vídeos. Eu era tão medrosa e cética a respeito do programa, que cheguei a pensar que era tudo uma mentira, que as meninas do vídeo eram pagas pra gravá-los e que os blogues eram todos criados pelas agências. Julguem se quiser, porque eu era mesmo paranóica. E mesmo sendo a pessoa mais paranóica, caseira, apegada

com a família, e MEDROSA que eu conheço, tudo deu e está dando muito certo para mim até agora.

Algumas meninas também me perguntam sobre a melhor idade para vir, e ficam preocupadas com isso. Eu vim com 24, e estou muito contente com isso. Poderia ter vindo antes, mas por uma série de fatores que já expliquei em outro post, tudo em minha vida me encaminhou para vir com esta idade. Hoje eu

agradeço a Deus por isso, pois vejo que eu precisava passar por todas as experiências que passei no Brasil para que chegasse aqui mais madura, aberta e agradecida. Claro que cada pessoa é de um jeito. Tenho amigas

mais novas que são bem mais auto-confiantes do que eu para dirigir e tomar decisões aqui, e da mesma forma conheço muitas mais velhas com a maturidade das crianças de quem https://www.acheterviagrafr24.com/viagra-en-france/ elas cuidam. Infelizmente não há receita mágica, cada pessoa é uma pessoa, e cada caso um caso. O único conselho que eu me atrevo dar sobre idade é: não venha antes dos 21! Se tiver 20 e for fazer 21 no mesmo ano tudo bem, mas antes disso acho besteira. A não ser que você

não goste de beber e não dê a mínima para festas e bares, daí tudo bem. Mas essa história de vir novinha e tentar dar “o migué” https://www.acheterviagrafr24.com/achat-viagra-en-ligne-quebec/ nas leis é muito risco pra pouco prêmio. As leis aqui são rigorosas e costumam funcionar na maior parte do tempo. Minha opinião conclusiva com relação a idade é: quanto mais velha você vier, mais madura vai estar, e melhor saberá aproveitar as oportunidades e lidar com as dificuldades. Não estou dizendo que você seja imatura antes dos 21, mas imagine que se você já tem toda essa maturidade aos 18, por exemplo, aos 22, você só terá agregado valor a isto.

Voltando aos medos… Sim, dá medo na hora de se inscrever na agência, na hora de conversar com uma família, na hora de tirar o visto, na hora levitra and generic mg de embarcar no avião, na hora de desembarcar, durante o treinamento, na hora de conhecer a família, na hora de começar a dirigir, na hora de sair sozinha, na hora de se inscrever para um curso… É uma coleção de medos constantes, e a cada um que se vai, outro chega. Mas ao final de cada medo superado você vai se sentindo mais forte e mais orgulhosa de si mesma. A cada gelo na barriga enfrentado, você percebe que está um passo mais próximo de se tornar a pessoa que você quer ser, e esta é uma sensação impagável, que medo nenhum deveria impedir.

Esta foto é de fevereiro, logo que cheguei aqui, depois de enfrentar alguns desafios (inclusive com o frio).

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14 mai 2015

Ferias no Brasil com namorado americano

Categoria: Au Pair is..., Dicas, ferias, Fotos

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É bem comum algumas meninas irem pro BR no primeiro ano pra matar a saudade de casa ,ainda mais sabendo que no segundo ano não rola. E eu fui tambem, mes passado (abril) com mais de 8 meses nos states, fui pra casa. Foi uma experiencia otimaaaaa, mas fiquei com ainda mais saudade de casa quando voltei hahahahhahaha Pra quem vai extender eu super recomendo ir fazer uma visita se a familia nao puder vir te visitar.

Eu nunca tive homesick aqui, mas depois que fui pro Brasil eu vi como senti falta de tudo aquilo, principalmente de mamis poderosa e do meu baby (meu cachorrinho) haha.

E, quanto ao boy. Estou namorado ha mais de 4 meses, estavamos juntos ha 3 e pouco quando fomos pro BR. E ele amooooou. Amou a praia, minha familia, as diferencas culturais, mas principalmente, amou a comida!!! hahahahha fui quase trocada pela coxinha, ele se apaixonou!!!

E sei que muitas meninas tem curiosidades sobre os american boys e como arrumar dates e tal, entao vou fazer um post contando como conheci o meu :)
Beijooos

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4 mar 2015

Meu quarto de Au Pair.

Categoria: Au Pair is..., Fotos

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Oii Gente,

Antes de ser Au Pair sempre tive curiosidade para saber como era o quarto das meninas. Vivia vendo vídeos no Youtube dos quartos e tudo mais. E hoje vim compartilhar o vídeo do meu quarto com vocês. Espero que gostem. Beijooos :*

Meu quarto :)

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2 mar 2015

Inverno

Categoria: Au Pair is..., Fotos

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Aposto que o pessoal do Brasil deve estar pensando…. ” Nossa Anne, como você é sortuda por estar ai no EUA nesse friozinho gostoso, enquanto a gente está aqui derretendo de tanto calor.”

Eu bem queria dizer que sou sortuda, só que não! Eu trocaria tudinho por um dia nessa calor de matar HAHA

O frio aqui é coisa séria, é frio mesmo, frio que nunca senti na minha vida. Eu moro há uma hora de NYC e esse mês de fevereiro foi o mês mais frio desde de não sei lá quando. E olha que quem mora um pouco mais pro norte sofreu pra caramba.

Minha sorte aqui é que fiquei praticamente o mês inteiro dentro de casa. Não preciso dirigir as minhas kids, então ficamos praticamente trancando o inverno todo.  Ás únicas vezes que saia de casa era de casa para o carro, do carro pra casa de alguém e assim por diante. Cheguei a pegar -18 graus com sensação térmica de -22. E por incrível que pareça os dias que nevam são os mais quentinhos. Os dias claros, sem nuvens no céu são os mais frios e cheios de vento.

Para as meninas que estão vindo na época de frio venham preparada. Com casacos,gorro, luvas, tocas, cachecóis e tudo que tiver pra te esquentar haha. E quando vier do Brasil não precisa trazer seus casacos de frio, eu digo, traga um bem quentinho para não passar frio mais compre outro quando chegar aqui, porque os casacos do brasil não servem nada pro frio daqui. Eu trouxe um casaco que super me esquentava quando estava no brasil, e aqui só consegui usar ele no comecinho de outono.

E com esse inverno todo, sem conseguir sair, ficando louca já de tanto olhar as paredes do meu quarto. Eu e minhas amigas resolvemos nos aventurar indo a praia a -9 graus :) Para tirar umas fotos e claro haven fun! Foi divertido, as fotos ficaram lindas. Mais quinze minutos depois ninguém aguentava o frio e só queria saber de ir pro carro.

Eu fiquei sem luvas por alguns minutos e já não conseguia mais sentir minhas mãos, e o engraçado que quando seu corpo começa a esquentar de novo depois de todo esse frio, ele queima, dá uma sensação de queimação horrível :( haha mais é só por uns minutinhos.

Espero que tenha gostado e que tenham uma ideia do inverno daqui. Dúvidas me mandem um e-mail: gleicii.dias@gmail.com

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