26 ago 2012

As crianças me odeiam!!!

Categoria: Au Pair is..., Medo

Por:

Resolvi voltar ao meu primeiro dia na casa da host family para compartilhar com vocês o terror que foi conhecer as crianças.

Já adianto que não quero desanimar ninguém. Leia até o fim! haha

birra5

Cheguei nos EUA dia 19 de setembro de 2011 e na casa da host family na quinta-feira seguinte, dia 22. Minha host me encontrou no aeroporto de Newark e lá fomos pra casa.

Quando chegamos, as crianças estavam fazendo homework na cozinha. Depois de um oi por obrigação, voltaram os olhares pro caderno e ‘tchau Au Pair’.

Hora do jantar. Nada. Nenhum olhar, respostas curtas, sem muitos sorrisos pra mim…

Para ajudar, eles estavam de saída para um acampamento de final de semana, assim eu teria tempo de me adaptar e os pais poderiam me explicar tudo sobre rotinas, direção etc, etc.

Tá, então vou ajudar a fazer a mala, já que só encontrarei com eles no domingo.

Silêncio de novo. A host fala, eu falo, eles ignoram.

Minha noite foi chorar, chorar e chorar.

Quando eles voltaram, estavam um pouco mais maleáveis, me contaram um pouco sobre o acampamento e umas outras poucas palavras.

Foi assim por uns três dias. Juro que não houve falta de tentativas. Até ‘sermão’ eu passei neles, dizendo que eu gostaria de ser amiga deles, que passaríamos bastante tempo juntos e que eu estava me sentindo mal com a maneira que eles estavam me tratando.

Daí eu parei um pouco e raciocinei como adulto. Aliás, como a pessoa adulta que eu deveria ser na situação.

Poxa, eu estou na casa de estranhos, em um quarto estranho, em um país estranho…mas eles só tem 10 anos e eu sou uma ESTRANHA dizendo pra eles o que fazer ou não. Eles são crianças e sou, definitivamente, uma estranha.

Claro que, em alguns casos, a relação realmente não funciona e acontecem os rematchs das vida. Mas isso não é regra, que fique bem claro. Conheço muitas meninas que passaram coisas piores que eu e hoje são carne e unha com as kids…assim como eu.

Pouco a pouco, com aquele jeitinho lindo que brasileiro tem de encantar estrangeiro (to me achando! hahahah), saquei qual era a dos dois e a amizade aconteceu de maneira natural. Tem bronca, tem ordem, mas também tem muita risada, companheirismo e carinho.

E sabem da melhor? Sem que eu perguntasse nada, eles contaram que me ignoraram no primeiro dia de propósito. Eu posso com isso? ahahah Eles disseram que não me conheciam e, por mais que soubesse sobre uma nova Au Pair (eles sempre tiveram uma a cada ano), nunca tinham se acostumado em receberem estanhas em casa.

Se você tem objetivos claros e determinação, NUNCA vai deixar que te abalem. Assim também é com as host kids. Leva tempo, mas tudo flui. São crianças e precisam de coisas que SÓ você vai proporcionar. Afinal, foi por isso que você foi ESCOLHIDA para estar na casa deles.

PS: Só para dar um exemplo, estou postando da biblioteca da minha cidade, pois tenho que esperar minhas kids saírem do Youth Center, aqui ao lado. Eles me mandaram, em 20 minutos, 14 SMS com ‘oi’, ‘ganhei no bilhar’. ‘estou comendo sorvete de morango’, entre outros! ahahah Vou sentir muuuuita falta deles!

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18 ago 2012

Dirigir nos EUA. Medos e Dicas

Categoria: Au Pair is..., Medo, Viagens e Passeios

Por:

Trânsito em Georgetown

Trânsito em Georgetown

Um dos meus maiores medos de ir para os Estados Unidos era o de dirigir. Eu dirigia pouco em minha pequena cidade, Itatiba/SP e ficava me imaginando dirigindo nas famosas “highways” dos EUA. OMG! Que medo me dava!

Chegando lá, fiquei responsável por uma minivan Sienna, da Toyota (minha marca preferida de carros, e tbm dos americanos pq tem mtoooo Toyota por lá) um carro E-N-O-R-M-E… que cabe 7 passageiros, mas pra minha família que tinha 7 pessoas contando comigo, quase que ficava pequeno quando todos estavam a bordo.

O medo do carro não foi nada, porque ele era automático, hidráulico, alto, uma delícia para dirigir… aí eu fiquei com medo do trânsito. Ruas estreitas, de duas mãos, carros parados dos dois lados, deixando espaço para um único carro, onde teríamos que parar para deixar o motorista do sentido contrário passar, ai ai…

Mas deu tudo certo… porque os americanos respeitam bastante as leis de trânsito e elas são severas!

Chegando lá você DEVE ler o manual do motorista (Driver’s Handbook) para ficar informada sobre todas as regras, direitos e deveres.

O certo é fazer o cursinho de Alcool e Drogas, a prova escrita e exame prático para tirar a License do estado em que você ficar… mas algumas famílias não exisgem isso e você pode usar sua Permissão Internacional para Dirigir, que vc tira como pré-requisito aqui no Brasil para poder ser Au Pair. Eu vivi lá com a permissão apenas, só se vc for estender aí vc tem que fazer a License, porque a permissão vale apenas para um ano.

Me and my car...

Me and my car...

Leia atentamente o manual e fique atenta a tudo… Lembre-se que o carro não é seu, apesar de estar cedido para vc. O carro é da família e vc deve cuidar dele como se fosse seu, afinal, se vc bater quem vai pagar os custos é vc, mesmo tendo seguro, existe a franquia, como no Brasil e vc terá que tirar do seu salário para pagar essa conta pela qual vc não esperava né? Fora o mico de bater o carro nos States, ficar sem carro por semanas e perder a confiança da sua host family!!! Um Absurdo…

Cuidado também com as multas!! Elas são caras e sua família pode ficar muito brava pelos pontos que eles levam e vc vai ficar triste por ter que arcar com esse gasto, pois eles não perdoam as falhas cometidas por nós. Preste atenção nas placas, nos avisos, nos estacionamentos, que quase sempre são pagos e há determinadas vagas que são especiais e separadas para moradores das ruas apenas…

Tinha que pegar rodovia para ir para a faculdade, mas nunca tive problemas pois as rodovias são bem largas e sinalizadas, e também sempre contei com a ajuda de um maravilhoso GPS… assim que puder adquira seu próprio (pois vai te ajudar em muitasss situações) ou peça para sua família te emprestar um.

Se vc quiser saber sobre as rodovias, sobre regras em geral e trânsito nos EUA, consulte este site, que explica tudo bem detalhado:

http://www.viajanteamador.com/2011/02/dirigindo-nos-estados-unidos.html

Beijos e boas viagens!!

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29 jul 2012

E agora tenho namorado, o que fazer?!

Categoria: Au Pair is..., Dicas, Medo

Por:

Ei amorrrrrr,

Estou aqui há mais ou menos duas horas, entro , saio, vou, volto, abro e fecho e a mesma frase continua sem explicação.

Ahhhhhh, segura esse ahhh por mais uns dez minutos é assim que estou  respirando já faz uns dias…

Quando eu via as meninas escrevendo sobre vir com namorado, e as declarações de amor das que deixaram seus amados, sempre pensei  isso “não me pertence”. Como boa faladeira que sou, conheço muita gente, mais que nega do leite, pois acredito que por mais diferente que sejamos, algo de bom o ser humano tem que oferecer, mesmo quando você vê uma atitude ruim de outra pessoa, isso não deixa de ser um ensinamento, uma vez que você aprende quejamais deve fazer o mesmo.

Nesse mundo de au pair que eu conheci, relacionamentos sempre foi um assunto que nunca, REPITOOOOOOOOOOOOO NUNCA, saiu da pauta.  Eu assistia as meninas sofrendo por ter deixado rolos, casos mal resolvidos, namorados e até noivos. Isso sempre foi uma realidade mega distante a minha pessoa, quando eu vim não deixei nada para atrás nem sentimentos, nem nada, tudo isso foi muito bem colocado, o meu cerebro teve uma conversa séria com o meu coração, juntos eles viram que a história escrita viria mais doce e saudável, se de corpo e alma eu entrasse nesse intercâmbio. Também não surgiu nenhum Cesar Cielo da vida para entrar na parada e falar quem resolve sou eu.

E foi assim que eu vim, avulsa, livre, leve e solta….

Nesse meio tempo, em meio a milhares de amigas, eu vi as historias de relacionamentos tomarem caminhos e projetos que me faziam pensar que o meu posicionamento foi o mais correto, também o mais fácil. Mas quando olhamos com o ar de que isso não me pega,  hummm a coisa fica mais feia do que cartão de crédito no Natal.

Eu sou super discreta com relacionamentos, minha familia nunca me viu ficando com ninguem, já apresentei, mas nunca como namorado, lá em casa só vai quando for para casar. Isso mesmo,  foi sempre assim não tem como mudar nessa altura da vida.

Quando eu morei no Colorado, fiquei um tempo com um carinha que eu conheci na minha religião, mas minha nossa o rapaz era muito devagar nossaaaaaaaaaa, o primeiro beijo foi um parto de elefante para acontecer. Ahhh demoro demais, depois entrei em rematch mudei de estado, e ele voltou com uma ex.

Por influência das amigas e da carência, entrei em um site de namoro o que é super normal para as pessoas aqui, mas nada normal para minha, vergonhaaaaa, depois conheci meninas que casaram ,sim casaram com caras que conheceram online ABAFA.  Mas um belo dia meu host levou um funcionário dele em casa, e o bendito me conhecia do site, disse que eu não respondia as mensagens dele, que ele não me achou mais online (porque eu já tinha saído),  falou tudo de constrangedor que existir no mundo, multiplica por dez que ainda é pouco, me chamou para sair detalhe NA FRENTE DO MEU HOST, que não conseguiu segurar a gargalhada. Depois disso, site never more baby!

Um tempo se passou, e como aqueles encontros casuais, conheci o boy 1 (não darei nome aos bois).  Eu já conhecia o jeito americano estranho de se relacionar, mas fazer o que né?! É no USA que estou, italiano é que não vai surgir. Mas esse era estranho demais, e assim como começou terminou, estranhamente.

Só que o mané mandou o primo dele vir conversar comigo para saber se eu gostava ou não dele, ai que otário né minha gente. Mas o tiro saiu pela culatra e eu comecei a sair com o primo, loucura simmmmm bem tipico da minha pessoa, ahh mas por ele a coisa foi mais séria, dele eu gostava mesmo, as coisas iam bem resolvidas, até que veio uma viagem de férias (porque toda au pair tem suas duas semanas incríveis) e ele surtou e sumiu. Depois que eu voltei ele surgiu,  e nós terminamos definitivamente, de maneira bem  traumática para minha pessoa. Acho que nunca chorei tanto, nesse momento se não fosse as minhas orações e minhas amigas acredito que eu estaria chorando até hoje, demorou eu emagreci (pelo menos isso). Meu host’s não peceberam porque  foi bem no dia que eu bati o carro, ou seja eles acharam que foi por isso que eu só chorava. E foi bem assim, o fato é que  depois daquilo fiquei um tempão sem nem olhar para o lado, eu falei  para as meninas que se eu fosse catolica naquele momento seria freira, massssss como não sou uma hora a coisa passou.

Fui para o Brasil, sem nenhum casinho… para não dizer que não falei das flores, no dia que fui encontrar um amiga mais do que especial da Facul a Má, quando estava voltando na paulista encontrei um que me chamou para sair me falou que eu estava linda e blablabla, mas sinceramente não estava nem ai para hora do Brasil, muito menos para ex que não deu valor.  Fui para balada e dei uns beijinhos, juroooo beijinhos….

Quando não existe nada planejado é que a surpresa acontece, uma amiga me apresentou um amigo pelo telefone, o mesmo me add no face e eu conversei um tempão com ele,  eu estava  correndo muitooooo, para ver todo mundo,  conhecer ele pessoalmente era algo fora do meu roteiro.  Até que eu falei que iria embora na segunda, isso era sexta. Ele foi me buscar na manicure (um ano sem fazer isso, tinha cutícula para dar e vender), enquanto eu esperava ele uma amiga foi me ver, eu contei a história e mostrei a foto, ela solta a bomba ele esta ficando sério com a minha amiga.  Na hora eu ri, e soltei a frase celebre os homens continuam não prestando.

Até agora eu lembro que na hora que entrei no carro e comprimentei ele eu já falei, você tem namorada?! Ele disse que não, que alguem estava enganado, bom se tinha ou não na hora eu nem pensei no caso, eu só pensei vou embora na segunda o que eu tenho a perder, tenho minha paz.

Foi assim, que eu me perdi e até agora eu não me encontrei, ficar com ele foi uma das melhores coisas que eu fiz nesse ano, em poucos segundos ele entrou  nas paradas de sucesso e até agora não saiu dos meus pensamentos. Não consegui me despedir dele, mas senti que algo tinha, cheguei totalmente balançada, mais virada na loucura do que o normal, como assim isso aconteceu agora, não nãoooooooooooo pode. Quando cheguei e fui avisar minha familia, que havia chego.  A frase desgraça pouca é bobagemmmmmmmmm, em meio há um turbilhão de sentimentos, veio na velociade dez do creu. Abri a internet, e vi lá no facebook, que ele tinha assumido relacionamento sério com a garota que eu sabia. Eu soltei uma gargalhada, mas depois isso me pertubou, alem de estar  a há milhas de distância dele, ele Já não estava mais solteiro. E ainda mandou mensagem, sim mandou eu quis morrer de catapora de tanta raiva.

Só comigo, ficar, se apaixonar, vai embora e ele arruma uma namorada… Ahhh jura mesmo?!

Depois disso chamei a liga da justiça (meus amigos), até com o ex o Rafa que esta lá na Australia eu tive que falar (ele acompanhava os e-mail’s agora acompanha o blog), porque nem eu me entendia, e ele soltou a master: _ Ná você nunca foi normal, mas na linha da anormalidade você sempre seguiu uma linha, esse cara não é uma saída de linha é um rabisco, ele não tem absolutamente nada haver com você. Em meio as risadas e várias outras tiradas como a da Marilia:_ Ná você come arroz e feijão todo dia, derrepente você come salmon, é normal ficar alucinada, mas fica tranquila que salmon é bom massssssss ainda existe o caviar, existe a lagosta e vários outros tipos de salmon…. Calma sempre vai vir um melhor……Vivian:_ Keep calm and enjoy!

Mesmo com todos eles me ajudando muitoooooo, fato é que o sentimento não saiu, eu sei que as coisas não vão mudar e que ele tem outra agora, ou sempre teve. Diz ele que só tomou essa atitude porque eu fui embora. Atahhhh e eu super acreditei, embora o coração e o cerebro estejam brigados neste momento, eu e os dois sabemos qual está certo.

Diante disso tenho que externar minha profunda admiração as minhas queridas, as que ainda estão por vir, as que já vieram com historias no Brasil independente da nomenclatura que tenha (namorado, noivo, ficante, seja lá o que for). Brigar com um sentimentoe aguentar a distância, é coisa para pessoas fortes, não desistam dos sonhos, pois se foi bem contruido como conta os Três Porquinhos, lobo nenhum derruba (toda au pair tem que saber bem essa historia hem josé). Pensem este é o meu momento! (click no azul menina)

Essa experiência já é bem desafiadora sem isso, com isso ai sim a coisa ganha uma proporção bem maior. As minha amigas, cada uma seguiu sua história, a Bru continuou invicta com seu namoro de novela lindoooo, a Tata já vai voltar para casinha dela (ela vai chegar para casar), a Re já voltou para o Brasil para o namoro doido dela e outras escreveram a suas histórias com novos personagens com novos rumos.

Novas decisões, e novas historias só ajudam no desenvolvimento pessoal que essa vida de au pair nos proporciona, não se baseie na vida de nínguem. Cada um tem uma palco de vida diferente. Escrevo ainda pensando nele.

Quando estava pousando o avião, uma menina do meu lado recebeu um video do namorado uma Música (click no azul again), e no final a frase “quer ficar comigo”. Enquanto isso eu aguardo minha música com a pergunta avassaladora no final. E que304005_2580679765572_700988480_n não seja cobrança de dívida por favor…

Um beijo, um cheiro e um queijooooo derretido de tão melosa que eu fui…

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19 jul 2012

Os grandes passos para ser Au Pair…

Categoria: Au Pair is..., Dicas, Medo

Por:

A grande aventura de ser Au Pair…

Olá meninas, Au Pairs e futuras Au Pairs…

Quando eu era uma aspirante, desejava muito passar por essa experiência incrível mas estava com medo, insegura sobre o que me esperava… mas ouvi com cuidado as orientações da Roberta, a moça da Experimento Campinas e tirei muitas dúvidas até que resolvi sem demora viver a mais incrível experiência da minha vida…

As meninas que tomaram a decisão de ser Au Pair ao mesmo tempo que eu, e fomos felizes juntas!!!

As meninas que tomaram a decisão de ser Au Pair ao mesmo tempo que eu, e fomos felizes juntas!!!

Outra coisa que foi muito importante para mim é que meu pai desde a primeira visita à Experimento foi comigo e fazia mais perguntas que eu… parecia que era ele quem iria ser Au Pair, isto porque eu já tinha 25 anos, sabia me virar e perguntar o que precisasse, mas ele fazia questão de se certificar que tudo daria certo!

Meus pais me apoiaram muito na minha escolha

Meus pais me apoiaram muito nesta decisão

Eu fiz tudo com muita paciência, tirei TODAS as minhas dúvidas, fiz todos os passos com carinho, dedicação e calma, principalmente. A experiência com crianças que o programa pede é indispensável, pois te dará uma noção do que te espera nos EUA e fará com que sua vida no exterior seja mais tranquila e tudo corra bem.

Quando as famílias me contatavam eu era bem preocupada em agradar e também que a família me agradasse, por isso perguntava as seguintes coisas:

– Como são as crianças (idade, sexo, personalidade, relação entre irmãos etc)
– Qual a rotina delas
– Quais atividades elas realizam
–  Perguntas sobre a cidade e região onde a família mora
– Perguntas sobre oportunidades de estudo na sua área de interesse
– E o que mais quiser saber sobre cursos, viagens, costumes, família, alimentação e coisas do dia a dia que passarão a fazer parte da sua vida

Tirando todas essas dúvidas antes de fazer o “match” (fechar com a família), você garante que sua estadia será tranquila e feliz pois você saberá o que te espera =)

Comigo foi assim, falei por telefone, skype e troquei muitos emails com várias famílias, mas acima de tudo usei meu coração para escolher a minha Host Family… e quando você sentir que aquela tal é a sua Host Family você saberá… tem que ter afinidade…afinal será um ano vivendo com eles =)

Minha família era incrível… eu os amo demais, e sinto muito a falta de todos. A família me tratava como um membro, considerava minhas vontades e opiniões e me deixava livre para educar as crianças, corrigí-las, levá-las onde eu achasse interessante e eu autorizava ou não a ida deles a festas, casas de amigos… me senti uma super-mãe por um ano, e isso foi maravilhoso… agora sinto que eu seria uma ótima mãe!

Família linda!!!!!

Família linda!!!!!

Só tive ótimos momentos nos EUA com minha família pois soube escolher bem com paciência até sentir-me bem com aquelas pessoas e concordar em ser a Au Pair deles por um ano. A família me convidou para estender o programa, mas como estou perto de fazer 27 anos decidi voltar pois tinha deixado minha carreira de lado para viver esta ótima experiência e não me arrependo em nenhum momento de ter largado tudo e ter partido rumo a muitas alegrias e aventuras dessa vida de Au Pair!!!

Essa música foi super marcante pois fala do “momento da sua vida”, o famoso “Time of your life” que os americanos adoram enfatizar… e sendo Au Pair eu tive “The Time of My Life!”

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16 out 2011

Banheiros públicos

Categoria: Au Pair is..., Fotos, Medo, Viagens e Passeios

Por:

P4300200

Pode parecer bem estranha esta foto, mas fiquei tão impressionada com a limpeza q precisei registrar. Nessa minha vida de viajante acabei percebendo q  bom banheiro público é aquele q vc não precisa tocar em nada para usá-lo. Este é o vaso sanitário do aeroporto de Chicago.

Normalmente nos banheiros públicos americanos sempre tem um papel descartável para revestir o assento e quando damos a descarga, o papel vai junto. Neste caso da foto era diferente. Existia um botão no chão q vc pisava e daí ele trocava o revestimento de plástico deste assento. A descarga era automática, bastava passar a mão na frente deste quadrinho prateado da parede, o mesmo sistema funcionava para pegar o papel higiênico e na pia para lavar as mãos. Ligar a torneira, pegar o sabonete e o papel toalha. Vc entrava e saía do banheiro ilesa, sem tocar em NADA!

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