7 mar 2010

Cachorros

Categoria: Au Pair is..., Cultura

Por: Barbara Anderaos

Nos Estados Unidos praticamente todas as familias tem cachorros e eles são tratados como gente, portando para que voce não tenha dificuldade em encontrar uma host family, seja flexível, caso voce não goste de bichos, e pense na possibilidade de morar com aqueles que tem animais de estimação.

Na minha primeira familia tive uma experiencia triste logo na segunda semana quando a cadela morreu aos 9 anos… Foi um luto na casa, mas 7 meses depois eles adiquiriram outra, bem bebezinha. Deve ficar claro de que os animais de estimação não são responsabilidade da Au Pair, porém é bem dificil negar ajuda aos pais que ficam o dia todo fora e voce o dia todo dentro da casa com as crianças. Eu tive um pouco de trabalho porque fui eu que praticamente ensinei a Raia (a mais nova “filha”) a fazer xixi e cocô fora da casa e ensiná-la a não morder e latir pras minhas kids. Ela era meio violenta, mas como eu gosto de cachorro, não tive problemas em educá-la. Mas nas minhas horas e dias de folga eu não fazia nada.

Já na segunda família que eu fui morar, a cachorrinha já era mais velha e sempre ficava trancada na canto dela, mas de vez em quando ela fazia cocô onde não devia, num lugarzinho bem escondido da casa, e eu me negava a ficar limpando, uma vez que a mãe não trabalhava fora e poderia muito bem cuidar disso. Um dos únicos favores que eu fazia pra minha host mom era levar a Sadie no pet shop pra tomar banho e cortar o cabelo 1 vez ao mês, mas o lugar era caminho da escolas das crianças e eu ia de carro. Só uma vez ou outra eu passeava com ela por pena, porque quase ninguem saía com ela na rua.

Antes de dar o Aceite pra família, converse bastante sobre os animais, caso eles tenham um, pra não ter mal entendido mais tarde.

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3 mar 2010

Ta arrependida? Tire proveito!

Categoria: Dicas

Por: danigabriel

ReOQAAAD_qcD24MdtkrmQXo84d_Go1nCECpZvR_1aoTbJQnTXKPwbDAr2_EovzD_iy4mhI7NCw3y4U-hJa_8pOUmOQu5EAm1T1UD6OrPh0Gsz0C66xVg5WIp71wWknnovar para o segundo ano e uma tarefa dificil. Muitas vezez a decisao eh tomada na duvida e no medo de se arrepender nao ter ficado mais. Outras porque tem certeza que preferem dois anos a um.
Meu caso e mais um daqueles em que renovar para o segundo ano pode ter sido um erro. Renovei com a mesma familia. Nao tenho absolutamente nada que reclamar deles. Porem pensar que eu poderia agora estar com minha familia e recomecar minha vida no Brasil me da uma dor no coracao.
Eu penso que deveria ter pensado mais e extendido por apenas seis meses. A decisao esta tomada, papeis assinados e palavra dada.
A questao eh: O que fazer quando voce se arrepende do segundo ano?
Voce levanta a cabeca e continua a vida. Ha varios motivos pra isso.
Se sua host family eh boa e voce deu sua palavra, nao vai querer deixa-los na mao.
O arrependimento vem sim, mas quem esta na chuva eh pra se molhar. Nao deixe isso abater seu ano. Se voce tem que ficar tire proveito! saia, divirta-se e viva cada momento! Nao sinta-se derrotado pelo arrependimento! Use-o a seu favor! Pense que ja que esta aqui o jeito eh curtir! Tenho certeza que com positividade e forca tudo fica melhor. No final um ano passa rapido (lembra como o primeiro voou?) e voce sentira falta de ser au pair!!

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1 mar 2010

Posso Ser Au Pair Pela 2ª Vez?

Categoria: Dicas

Por: Vivi

Au Pair

Pode sim!

Em agosto de 2008, o governo americano anunciou que ex-au pairs que completaram seu programa com sucesso e estão fora dos EUA por no mínimo dois anos, podem realizar o programa novamente.

O processo e os pre requisitos sao os mesmos, a unica coisa que muda e que e necessario apresentar a referencia de trabalho com criancas assinada por sua ex-host family.

Vcs podem optar por voltar para a sua antiga host family ou arrumar uma nova, assim como ir ou nao com a mesma agencia que vcs foram da primeira vez.

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28 fev 2010

Community Counselor

Categoria: Au Pair is...

Por: Angeline

A Community Counselor, ou LCC (Local Community Counselor),dependendo da agência, é como são chamadas as pessoas responsáveis pelo bom relacionamento entre Au Pairs e Host Families.

Elas são o contato direto que você tem com a agência. Pela Au Pair in America há uma sempre perto de cada Au Pair. Por outras agências menores o número de Counselors pode ser menor e a distância entre elas e a Au Pair pode ser um pouco maior.

Cada uma tem sua própria maneira de trabalhar, mas elas estão ali para nos ajudar. E devemos usar dessa ajuda. Às vezes não sabemos como agir em determinadas situações e elas podem ajudar, e muito. São pessoas que já tem uma grande experiência no assunto e sabem já quais são os problemas mais encontrados tanto pelas famílias quanto pelas Au Pairs.

Como algumas meninas já disseram por aqui, têm pessoas que consideram os cluster meetings um desperdício de tempo. Eu sempre os achei muito válidos. É uma ótima oportunidade para conversar e trocar experiências, conhecer gente de todo o mundo e fazer amizades. E são as Counselors que organizam esses meetings, que geralmente são mensais.

Algumas podem ser mais criativas e organizam meetings mais interessantes, como em um que fui onde uma HostCULTURAL FAIRmother super entendida sobre Scrapbooking ensinando e dando dicas pras Au Pairs, ou até mesmo festas, onde cada uma leva alguma coisa de comer (geralmente típicos de seu país). Porém mesmo os meetings mais clássicos, onde rola apenas conversas, trocas de experiências e discussões sobre dúvidas podem ser bem úteis.

De novo, as Counselors podem ser bem diferentes umas das outras. Algumas te deixam mais a vontade pra tirar dúvidas, outras podem ser mais fechadas, algumas mandam emails sempre, alertando quando chegam meninas novas na área, outras quase não entram em contato com as au pairs, porém não se esqueça que elas estão lá pra te ajudar. Tem Au Pairs que dizem que elas “puxam mais o saco” das families ou que outras se voltam mais pras Au Pairs. Eu não percebi isso em nenhuma das duas Counselors que tive. Sempre que precisei elas me ajudaram, fosse pra tirar dúvidas sobre como agir em determinadas situações com a family ou em problemas sobre meu voo de volta ao Brasil.

Enfim, não tenha medo de entrar em contato com sua Counselor em caso de possíveis dúvidas ou problemas. Elas estão lá pra te ajudar e você deve usar essa ajuda caso necessário.

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21 fev 2010

Estou off, porém as crianças não entendem isso. O que fazer?

Categoria: Au Pair is...

Por: Angeline

Passei por isso no início do meu primeiro ano. Fui a primeira Au Pair da família e tanto eles,como eu, não sabíamos exatamente como seria essa relação. Com o tempo fomos nos arrumando, aparando as arestas e as coisas se acertaram.

Os primeiros meses são de adaptação e algumas coisas podem ser complicadas. E é com muita conversa que conseguimos ajeitar tudo.

Logo no início era difícil pras crianças entenderem que eu ficava com elas enquanto os pais não estavam em casa e quando eles chegavam era minha “folga”. Como explicar isso pra crianças de 3 ou 4 anos? Eu passava o dia inteiro com elas e a noite eu queria descansar, fazer o que tinha que fazer, homework, fazer a unha ou whatever. Queria ficar sozinha um pouco, descansando a mente, falar com minha família e amigos no Brasil. Mas elas ainda queriam ficar comigo. Eu ia pro meu quarto, elas iam atrás. Ia pro computador e lá iam elas. E sim, criança dá trabalho. Tem que ficar de olho. Eu gostava, e ainda gosto, muito delas, mas precisava do meu espaço, de um tempo só meu. Só mesmo saindo de casa era que eu conseguia pensar um pouco sem ter que ficar me preocupando com as kids. Foi aí que chegou ao ponto de eu ter que conversar com os hosts e dizer isso tudo a eles. Explicar que não que eu não gostasse de ficar com as crianças, mas que eu precisava de um tempo.

Meu quarto não tinha tranca (aliás, nenhum quarto na casa tinha), pois eles achavam perigoso as crianças se trancarem lá dentro e acontecer algo. O que fazer então se era eu entrar no quarto que vinham as duas atrás? Os pais conversaram com elas e meu quarto acabou virando tipo um “território proibido” na casa. Elas só podiam entrar se eu as chamasse Explicaram que, quando papai e mamãe não estavam em casa, era eu quem cuidava delas. Porém quando eles estavam, elas tinham que passar o tempo com eles. As coisas melhoraram bem depois disso. Mas era só eu chegar com alguma amiga em casa pra elas grudarem no meu pé. Mas logo desgrudavam e iam fazer outra coisa. Com o tempo isso deixou de ser “novidade”.

Durante o ano, nos apegamos muito às crianças, do mesmo jeito que elas se apegam à nós, e fica difícil distinguir trabalho de horário livre quando estamos em casa. Mas precisamos, e muito, desse tempo só nosso, e a host family tem que entender e fazer com que isso aconteça. Caso contrário essa experiência pode se tornar cansativa e não prazerosa. Não podemos ter receio de dizer à host family quando algo nos incomoda, pois  quando fazemos algo que não os agrada, eles falarão. É melhor resolver os problemas enquanto eles ainda são menores do que depois que eles viram um “big deal”.

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