17 jan 2010

Coisas de Brasileiros

Categoria: Dicas, Medo

Por:

Padaria na região de Boston

"Padaria Brasil Bakery" na região de Boston

Fiquem calmas, sempre tem um padoca brasileira por perto! Principalmente em Boston que tem uma das maiores comunidades de brasileiros nos Estados Unidos.

Se você está precisando comer uma coxinha, tomar um guaraná, comprar algum ingrediente, para nossas receitas, vá a Framingham, MA ou Newark, NY ou ainda coloque no Google “Brasil nos Estados Unidos” e pronto! Seus problemas acabaram. O correio nos States entrega tudo em qualquer lugar. Só tome cuidado… brasileiro parece uma praga!! Hahahah quando conhece um, vem uma multidão atras e isso pode te prejudicar no aprendizado do inglês e de conhecer pessoas de outros países.

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6 jan 2010

Time to come back home

Categoria: Au Pair is..., Medo

Por:

Pode ser um ano, pode ser dois anos, mas a hora de voltar chega. E quando ela chega, como nos sentimos?

Quando a gente volta todo o processo de adaptação começa do zero e aí você se lembra de todas as fases desse processo que você ouviu no dia da orientação.

Pode parecer mais simples voltar, mas posso dizer não apenas por mim, mas por muitas meninas que conheci, que a volta muitas vezes é mais difícil.

A gente aprende a amar aquela cidade no meio do nada no subúrbio. Aprende a amar as crianças que são deixam louca, a neve que quase congela, os hosts, a família dos hosts, os vizinhos, o carro automático, nosso quarto, enfim, a gente se apega muito a tudo que lá podemos chamar de “nosso” (“my kids”, “my room”, “my car”, “my house”…rsrs)…materialmente não é nada “nosso”, mas no coração é “nosso”, sim!

As amigas e AMIGAS mesmoooo….meninas de todas as partes do mundo que se tornaram nossas grandes companheiras de aventuras, meninas de tão longe, que dividiram com a gente esse sonho de ser au pair.

Além da despedida, tem o medo de ficar imaginando como será nossa vida quando voltarmos. Preocupações se vamos arrumar emprego, se os investimentos em estudos valeram a pena, se vamos conseguir realizar o que planejamos, se o inglês é bom o suficiente.

Mas a hora chegou e vamos ter que encarar tudo de frente e com a mente e o coração abertos da mesma forma que encaramos a vida de au pair.

No final do meu ano como au pair (fiquei 1 ano, renovei por 6, mas fiquei só mais 3), eu não via a hora de voltar. A saudade aperta a cada dia e eu já não aguentava mais pensar em como fazer minhas coisas caberem em apenas 2 malas.

Já no Brasil o primeiro mês é aquela euforia. Todos os dias uma festa, um encontro, uma amiga para visitar. Depois as coisas de acalmam e você começa a achar um absurso certas coisas no Brasil (fase 1 cultural shock), é como se você quisesse continuar fazendo as coisas “à americana”. Fora que a cada frase saem palavras em inglês e você se surpreende com a falta que falar inglês te faz. Logo você arruma um emprego e aos poucos vai se “desligando” e focando no presente, fazendo planos, se acostumando que no Brasil ninguém usa cinto de segurança mesmo, os políticos não são punidos, e volta a comer almoço no almoço e lanche na janta….rsrsrs

Esta foi um pouco da minha experiência. Cada pessoa reage de um jeito.

Para terminar vou colocar esta música do John Mayer que eu adoro.

Faz uma analogia do tempo com um trem, fala de amadurecimento, ficar mais velho. Na música é como se ele quisesse parar o trem e ir para casa, mas o trem não para. A parte mais legal é quando ele diz que pede um conselho para o avô e ele diz: “Não pare este trem. Nem por um minuto mude o lugar que você está. Honestamente, você nunca irá parar este trem”.

Meninas, desculpem se fui muito nostálgica, mas sempre me empolgo quando falo da minha viagem.

Stop Train – John Mayer

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4 dez 2009

Como ligar para o Brasil com cartões telefônicos e a cobrar

Categoria: Dicas, Dinheiro

Por:

Uma das primeiras coisas que queremos fazer quando chegamos aos EUA, assim que saímos do avião, é ligar pra família no Brasil e avisar que está tudo bem. Mas, e como fazer essa primeira ligação?

Eu sofri um pouco até descobrir como a faria. Primeiro porque estava chegando num país novo e não conhecia nada, segundo porque a língua é um obstáculo, mesmo pra quem já sabe “falar” inglês. É diferente o inglês que aprendemos aqui e o inglês que eles falam por lá. Mas isso logo deixa de ser um empecilho. Primeiro tentei ligar a cobrar, mas não sabia como. Depois fui até uma banca de revistas, no aeroporto mesmo (fiz escala em Washington, DC). Comprei um phone card, mas e pra descobrir como ele funcionava? Foram alguns minutos até que eu e outras meninas pudéssemos entender como aquilo funcionava. Mas depois de descoberto tudo se tornou muito mais simples.

Quando estávamos no hotel tínhamos telefones a nossa disposição. Então era só ir até o posto de gasolina mais próximo e comprar os phone cards (que são inúmeros, vários modelos, várias empresa, vários valores…). Com eles as ligações para o Brasil se tornam muito mais baratas. Por U$2 dólares é possível falar por horas, e uma vez que descobrimos como usar se torna muito útil:

  • Primeiro você disca o número que está indicado no cartão, que te conectará a uma central. Esse número é um toll free (1-800);
  • Depois, alguns cartões tem opções de língua, como o inglês, espanhol e alguns até português , e é só escolher uma digitando uma tecla;
  • Então é só entrar com o código do cartão (que na maioria você tem que raspar a parte prateada). Logo que você entrar com esse número, eles te dirão qual o saldo que o cartão possui.
  • Daí é só discar o telefone que você quer ligar no Brasil, lembrando que o código do Brasil é 55 e que você precisa discar 00(zero-zero) ou 011 (zero-onze) antes de fazer ligações internacionais (depende da operadora do seu telefone). Assim: 011 55 + DDD+ telefone OU 00 55 +DDD+telefone. Não precisa colocar o número da operadora do Brasil.

Nas lojas brasileira você encontra cartões especificamente pra ligar pro Brasil (na verdade você pode ligar pra qualquer lugar, mesmo outros estados dos EUA ou países, mas as tarifas pro Brasil são melhores). Eu preferia comprar os de U$2, pois a cada ligação cobra-se uma taxa de conexão e com um cartão de 2 dólares eu falava por algumas horas até que ele acabasse. Se você ligar pra telefones fixos no Brasil o tempo que você poderá falar será maior que se ligar pra celulares. Quanto ao telefone que irá usar nos EUA pra fazer as ligações com os phone cards, prefira os fixos durante o dia. À noite, a partir das 7 ou 9 pm até as 6 am (dependendo da operadora), você pode ligar gratuitamente para outros estados e os minutos não são pagos. Verifique essa informação com sua Host Family, pois eles te darão os dados corretamente. Assim, quando queria ligar para o Brasil utilizando os cartões telefônicos à noite, podia fazer do meu celular, já que os minutos da operadora eram de graça.

Quanto à qual cartão comprar, isso depende do estado que você mora. Eu sempre anotava aproximadamente quanto tempo conseguia falar com cada cartão e comprava os que duravam mais.

Caso não haja lojas brasileiras perto de você, esses cartões estão a venda em postos de gasolina, Markets e vários outros lugares. São de fácil acesso, baratos, simples de usar e tudo que você precisa é de um telefone.

Para ligar a cobrar, tem o número da EMBRATEL ( Brasil Direto) 1-800-283-1055. É só ligar de qualquer telefone nos EUA, o atendimento é em português e custa mais ou menos R$1 /minuto pra quem a recebe.

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