2 dez 2015

Você sabe o que é Au Pair?

Categoria: Au Pair is..., Cultura, Dicas, Viagens e Passeios

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A expressão au pair, em francês, significa “ao par” ou “igual” e tem sua origem na ideia de paridade econômica entre serviços trocados. Originalmente referia-se ao trabalho fornecido em troca de alojamento e comida, com ou sem remuneração. Daí surgiu a expressão travailler au pair, bem como, jeune fille au pair, que existe desde o século XIX e foi posteriormente reduzida para au pair. Simplificando tudo isso, Au Pair é um programa de intercâmbio cultural onde você tem a oportunidade de morar por até dois anos no país escolhido (a maioria dos pacotes se restringem aos EUA – mas é possível encontrar agências que oferecem o programa em outros países) cuidando das crianças de uma família americana. Os benefícios são muitos! Por semana, você recebe um salário de US$ 195 dólares. Além disso, você também ganha uma bolsa de estudos no valor de US$ 500 dólares para fazer o curso que quiser. Para explicar mais detalhes sobre o programa, separei as perguntas mais frequentes em tópicos para você entender direitinho onde estará se metendo caso resolva encarar o desafio. LET’S GO!

Por onde eu começo?
O primeiro passo é escolher uma agência de intercâmbio especializada no programa de Au Pair. As mais conhecidas são: Experimento, CI e STB. Todas essas agências são representantes das organizações que colocam as candidatas em contato com as famílias americanas. São elas: Au Pair in America, Au Pair Care, Cultural Care, entre outras. Não existe uma agência melhor ou pior. Você deve escolher aquela que vá de encontro com suas necessidades e com seu planejamento. Pesquise e escolha através daquilo que mais te agradar.

Quais são os pré-requisitos?
Bom, você precisará ter no mínimo 200 horas de experiência com crianças (é necessário comprovar tudo isso), 18 anos, CNH (antes que você surte – a PERMISSÃO também é válida), ensino médio completo, inglês intermediário, ser solteira e sem filhos.

Qual o valor do programa?
Isso varia de agência para agência. No meu caso, eu escolhi a Experimento e os custos do meu programa serão: R$ 795 reais de taxa para a agência brasileira na inscrição do programa, US$ 860 dólares para a agência americana quando você tiver fechado com a família (famoso MATCH) e os custos do passaporte (caso você ainda não tenha) e do visto. Você não paga passagem aérea e tem direito à um treinamento em NY com alimentação e hospedagem em hotel 4 estrelas nos 4 primeiros dias.

E depois de fechar com a agência?
Prepare-se, você vai passar bons meses preenchendo uma papelada gigantesca e tentando em vão, fazer um vídeo legal de apresentação para a família. Depois que tudo isso estiver pronto, você fica online no site da organização americana (isso significa que você está pronta para ser escolhida por uma família) e reza para alguém entrar no seu perfil e te escolher.

E depois que eu for escolhida?
Depois disso você vai gritar no grupão “I HAVE A MATCHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!” Mas essa história sobre o “grupão” eu conto depois.

Super beijo,

Beatriz Bigarello.

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16 jun 2015

Sobre comida… Será que engordarei?

Categoria: Au Pair is..., Cultura, Dicas, Fotos, Medo, Saúde e Bem-estar

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Reza a lenda que se você ficar nos EUA por mais de um mês, engordará a ponto de ficar irreconhecível. Será isso uma verdade ou um https://www.acheterviagrafr24.com/achat-viagra-en-ligne-sans-ordonnance/ mito? A comida nos Estados Unidos engorda? Não querida, a comida não engorda. Quem engorda somos nós que a comemos! kkk

Brincadeiras a parte, vou contar um pouquinho da minha experiência com alimentação e peso até agora. Primeiramente, faz-se necessário admitir que nunca fui um poço de magreza. Tá bom, eu admito, nunca fui magra! Sério, não sei o que é isso. Tenho problemas com medidas desde que aprendi a contar (e a fazer comparações). Diz minha mãe que nasci com dois quilos, mas como eu não conseguia aproveitar a minha magreza naquela época, isso não conta. Já fui mais e menos pesada no decorrer da minha vida, sempre variando entre gordinha, fortinha, fofinha, cheinha, e todos os “inhas” ofensivos que se pode imaginar.

Antes de vir para cá, estava super animada com o fator peso e comida. Sempre ouvi e acreditei que 80% dos americanos eram obesos, então pensei que me sentiria em casa. Sempre passava pela minha cabeça “vou ser miss naquele lugar”. De fato eu sou, mas não no sentido brasileiro. Para minha surpresa, as pessoas que encontrei na minha região (e na maioria dos lugares por onde passo) são magras e saudáveis. Sério, de um jeito que chega a ser irritante! Todos aqui parecem estar preocupados com a alimentação e as ruas vivem repletas de pessoas caminhando e correndo, das mais variadas idades. A verdade é que me senti mais excluída dos padrões de beleza do que me sentia no Brasil. A única vantagem de ser gorda aqui é que a maioria das lojas de roupa tem setor “plus size”. Claro que é só um cantinho no fundo da loja com umas poucas opções, mas ainda assim é bem melhor que no Brasil, e o estilo é mais moderno e descolado. Mas ainda assim, somos um setor descriminado.

Porém, voltemos ao que interessa neste post: a comida! Bom, minha host family tem um padrão alimentar bem saudável, e pelo que eu converso com minhas amigas por aqui, é mais ou menos o mesmo esquema na maioria das famílias. Eles costumam comer em poucas quantidades, várias vezes ao dia, vários snacks. O café da manhã aqui em casa costuma ser cereal, toast ou ovos. Aliás, um fato interessante é que todo o pão que eles comem aqui, passa pela tostadeira antes (por isso todo pão vira toast). Mas não é torrada como a gente costuma comer no Brasil, dura e crocante. Eles torram bem pouco o pão aqui, só pra dar uma esquentada e ficar mais “firme”. no almoço geralmente eles comem qualquer coisa, não tem uma regra. O que sobrar do jantar do dia anterior, algum snack congelado, qualquer coisa mesmo, não é uma refeição muito importante. Já o jantar para eles é sagrado. Costumam jantar bem cedo por aqui, entre 5 e 6 horas. Na maioria das vezes a host mom é quem cozinha, mas as vezes eles só preparam algo congelado ou comem fora. Quando ela cozinha geralmente faz algum tipo de macarrão (tudo chamado de pasta) e alguma carne. Nunca os vejo comendo fast food.

E por falar em fast food… É engraçado de ver a diferença cultural entre os países. Enquanto no Brasil fast food é comida “de status”, aqui pertence mais a classe econômica baixa. Inclusive por causa dos sildenafil 100 mg ligne nasl kullanlr preços. Um lanche básico aqui do Mac custa a baratela de 1 dólar. Sim, pasmem! Então o que acontece é que nós “au poors”, pobres intercambistas, tendemos a vir para cá com a opinião brasileira de que fast food é chique. E como aqui é muito barato, se não tomar cuidado engorda mesmo! A vantagem dos restaurantes fast food é que você paga o valor do lanche e pronto (talvez com alguns centavos de acréscimo da taxa). já nos restaurantes tradicionais (de comida de verdade), além de se pagar mais caro, há o fator TIP, a legendária gorjeta do brasil (que até hoje nunca vi ninguém dar no nosso país). Aqui a tal da TIP é quase que obrigatória. Não que você vá ser preso se não der, mas corre o risco de comer algo cuspido na próxima refeição, ou de ser maltratado. Então como fast food é a opção mais barata e prática, acabamos optando por ela muitas vezes (sim, eu confesso!).

Claro que se você leu até aqui, deve estar se perguntando: e eu que vos escrevo, será que engordei (ainda mais)? Para a surpresa de todos, não! Felizmente estou sabendo manter o controle. Já tive momentos de desespero, em que pedi salada, hamburger, batata frita e refrigerante e comi tudo numa só refeição (e passei o resto da semana arrependida). Mas para cada extravagância cometida, é um dia sem jantar compensado com muito exercício na academia. É preciso ter

consciência, porque não são poucos os casos de meninas que engordam por aqui… Aliás, posso dizer que dos poucos gordos e gordas que vi por aqui, uns 80% eram estrangeiros, e desses 80%, uns 90% latinos. Sim, o pessoal do gingado fica enlouquecido! E quanto a história dos americanos serem obesos, pode até ser verdade, mas não na região onde vivo. Talvez porque vivo numa região de classe econômica média-alta, e a posição financeira influência muito nos hábitos de vida, inclusive os alimentares. Então, sinto muito, mas verdade seja dita: não conheci nenhum gringo gordo e rico!

Quanto a preocupação de algumas meninas em se adaptar com a comida daqui, não creio que seja um problema. Minha host family (que é excelente comigo) sempre me pergunta o que eu quero que eles comprem pra eu comer. Posso colocar o que eu quiser na lista, e mesmo sem eu colocar, eles as vezes adivinham. Não falta arroz e feijão em casa, então se eu quisesse poderia comer a mesma coisa que eu comia no brasil, todos os dias. Só que eu penso que se a gente vai pra outro país pra fazer exatamente o que já fazia antes, melhor permanecer no conforto de sua casa, com sua família. Na minha opinião, devemos vir para cá com a mente aberta, disposta a experimentar coisas novas, ao menos dar uma chance. Claro que eu amo comer uma comidinha brasileira as vezes, ou me sentir em casa em um restaurante do Brasil, mas não acho que valha a pena fazer isso todo dia.

Pra quem ficou curiosa pra saber como eu sou, essa sou eu!

Então, para concluir: os riscos de engordar aqui são os mesmos em qualquer lugar. A regra é básica, quanto mais comida, mais peso. A variedade de comida que se encontra é impressionante. Por ter muitos estrangeiros vivendo aqui, é fácil encontrar comidas e restaurantes típicos de vários países do mundo. Claro que nada vai ser igual a comida do nosso país, e haverá dias em que nos sentiremos frustradas com isso. Quanto a comida da host family, vai depender da família que você escolher. A minha, como eu já disse, me deixa livre pra comer o que quiser. Posso jantar com eles ou comer minha própria comida, não se importam. Claro que há famílias que ficam ofendidas se a au pair não partilha das refeições, e que tampouco compra comida “especial” para ela. Mas aí vai de cada uma, acho que o segredo do sucesso aqui é escolher bem a sua host family.

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3 jun 2015

E o medo?!

Categoria: Au Pair is..., Dicas, Fotos, Medo, Viagens e Passeios

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Sim, eu sei que um dos maiores problemas de se tornar

uma au pair é o medo que sentimos. Medo de deixar a família, o emprego, medo de não se adaptar, de sofrer algum tipo de violência, de se perder, de voar de avião, de deixar o namorado, de não fazer novos amigos, de não conseguir falar inglês… Todos esses e muitos outros também fizeram parte da minha jornada, e tenho que confessar que ainda fazem as vezes. Não, este post não é nenhum tipo de auto-ajuda que

acabará com seus medos, mas uma forma de mostrar que mesmo com medo é possível correr atrás dos seus sonhos.

A verdade é que se você chegou até aqui, e está pesquisando muito sobre a vida “auperiana”, no fundo você já tomou a sua decisão. Agora é só uma questão de ir em frente. Aconteceu prix cialis 20mg en https://www.viagrasansordonnancefr.com/viagra-france/ pharmacie comigo também, passei meses pesquisando informações, lendo blogues, assistindo vídeos. Eu era tão medrosa e cética a respeito do programa, que cheguei a pensar que era tudo uma mentira, que as meninas do vídeo eram pagas pra gravá-los e que os blogues eram todos criados pelas agências. Julguem se quiser, porque eu era mesmo paranóica. E mesmo sendo a pessoa mais paranóica, caseira, apegada

com a família, e MEDROSA que eu conheço, tudo deu e está dando muito certo para mim até agora.

Algumas meninas também me perguntam sobre a melhor idade para vir, e ficam preocupadas com isso. Eu vim com 24, e estou muito contente com isso. Poderia ter vindo antes, mas por uma série de fatores que já expliquei em outro post, tudo em minha vida me encaminhou para vir com esta idade. Hoje eu

agradeço a Deus por isso, pois vejo que eu precisava passar por todas as experiências que passei no Brasil para que chegasse aqui mais madura, aberta e agradecida. Claro que cada pessoa é de um jeito. Tenho amigas

mais novas que são bem mais auto-confiantes do que eu para dirigir e tomar decisões aqui, e da mesma forma conheço muitas mais velhas com a maturidade das crianças de quem https://www.acheterviagrafr24.com/viagra-en-france/ elas cuidam. Infelizmente não há receita mágica, cada pessoa é uma pessoa, e cada caso um caso. O único conselho que eu me atrevo dar sobre idade é: não venha antes dos 21! Se tiver 20 e for fazer 21 no mesmo ano tudo bem, mas antes disso acho besteira. A não ser que você

não goste de beber e não dê a mínima para festas e bares, daí tudo bem. Mas essa história de vir novinha e tentar dar “o migué” https://www.acheterviagrafr24.com/achat-viagra-en-ligne-quebec/ nas leis é muito risco pra pouco prêmio. As leis aqui são rigorosas e costumam funcionar na maior parte do tempo. Minha opinião conclusiva com relação a idade é: quanto mais velha você vier, mais madura vai estar, e melhor saberá aproveitar as oportunidades e lidar com as dificuldades. Não estou dizendo que você seja imatura antes dos 21, mas imagine que se você já tem toda essa maturidade aos 18, por exemplo, aos 22, você só terá agregado valor a isto.

Voltando aos medos… Sim, dá medo na hora de se inscrever na agência, na hora de conversar com uma família, na hora de tirar o visto, na hora levitra and generic mg de embarcar no avião, na hora de desembarcar, durante o treinamento, na hora de conhecer a família, na hora de começar a dirigir, na hora de sair sozinha, na hora de se inscrever para um curso… É uma coleção de medos constantes, e a cada um que se vai, outro chega. Mas ao final de cada medo superado você vai se sentindo mais forte e mais orgulhosa de si mesma. A cada gelo na barriga enfrentado, você percebe que está um passo mais próximo de se tornar a pessoa que você quer ser, e esta é uma sensação impagável, que medo nenhum deveria impedir.

Esta foto é de fevereiro, logo que cheguei aqui, depois de enfrentar alguns desafios (inclusive com o frio).

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1 jun 2015

E os presentes?!

Categoria: Atividades, Au Pair is..., Cultura, Dicas, Dinheiro, Medo, Viagens e Passeios

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Se tem uma coisa que deixa a gente preocupada, é ter que dar presente. Claro que quando o presente é pra uma família americana que vai te hospedar por um ano inteiro, essa preocupação se multiplica por mil! Até porque o presente que a gente leva de um país, mostra muito da cultura do local e da personalidade de quem o entrega. Sim meninas, também sofri…

Não me considero uma expert em presentes. Na verdade, sempre fui péssima com presentes, mesmo pra minha própria família, então já podem imaginar meu sufoco. Não sei se consigo ajudar muito, mas farei como no meu último post, compartilho minha experiência e minha opinião depois de vivência-la.

Ah, antes acho importante dizer que minha host family é composta por um casal de parents tradicionais, uma girl de 13 anos, outra girl de 10 e twins boys de 8 anos (sim, tenho 4 kids :o)!

*O que eu trouxe de presente para minha American family:

Host mom: kit natura (sabonete, hidratante), panos de prato patchwork, um porta papel higiênico patchwork também, em forma de filó

Host dad: cachaça artesanal, canivete personalizado da oficina do meu pai no Brasil, 5 cds de MPB

Girls: bolsinhas de couro (quelas feitas de remendo, muito tradicionais em Minas), colares artesanais que comprei numa banquinha hippie da minha cidade

Boys: gibis da turma da mônica em inglês, dois livrinhos sobre o folclore Brasileiro (em português mesmo), um jogo sobre as regiões geográficas do Brasil

Comida como presente coletivo: Pão-de-mel que eu mesma fiz, paçoquinha

Pra minha LCC: um cd de MPB e um pão-de-mel.

*Resultado:

Gente, sério, não gastem muito dinheiro com presentes. De um modo geral eles não precisam de nada, e dificilmente algo será útil ou agradará de verdade. Claro que todos agradeceram e demonstraram empolgação, mas no dia-a-dia a gente sabe o que foi legal e o que não foi.

A minha girl de 10 anos adorou a bolsinha e o colar (porque eram azuis, a sua cor preferida). A hosta gostou dos presentes patchwork, porque ela é toda “artesanal”. O hosto não gostou de nada,

a cachaça ta fechada até agora e quem escuta os cds de música levitra best dosage sou eu. A mais velha não gostou nem desgostou, acho que ficou na zona neutra. Os meninos não deram a menor bola para o meus presentes. Sério, vou levar tudo de volta pra casa quando voltar, os livros e gibis ficaram todos jogados numa prateleira com cialis generique effet as centenas de outros livros que eles já tem.

Das tadalafil naturel comidas eles gostaram, principalmente do pão de mel.

-Minhas Sugestões:

Hoje com mais experiência e ideias, vou dar algumas sugestões do que eu traria de presente (ou trarei, caso vá passar férias no Brasil):

*Cds de MPB (sim, eles não gostaram, mas acho que é um bom presente de qualquer forma. Não tenho culpa que eles não gostem de música).

*Patchwork/artesanato/trabalho manual, chame como quiser. O fato é que frufrus geralmente agradam as mulheres, e é uma forma bacana

de presentear com a cultura local também

*Animais de pelúcia (poderia ser até patchwork). Conhecendo minhas kids como eu conheço agora, sei que eles teriam ficado bem mais felizes em ganhar um bichinho cada, e se fosse de algum animal http://www.cialisgeneriquefr24.com/prix-cialis-20mg-en-pharmacie/ típico do Brasil, seria mais legal ainda

*Vinho brasileiro ou licor de Cassis (pra poder fazer a sobremesa com sorvete de creme e papaia). Gente, sei que é instintivo querer trazer cachaça, afinal, super típico, mas a verdade é que a maioria não gosta. Meu hosto toma vinho toda noite, se eu tivesse trazido um vinho ele teria gostado muito mais. Vivendo e sildenafil pas cher occasion aprendendo né, pode até trazer a cachaça, mas com a promessa de uma caipirinha!

P.s. Muitas meninas não recomendam trazer bebidas, pois pode passar a ideia errada. Eu trouxe, mas nunca tomei uma gota de álcool em casa, mesmo eles oferecendo. Vai muito de cada família, então fiquem espertas. E bebida também pesa na mala, então se fosse hoje eu traria só o licor, pra fazer sobremesa pra todo mundo.

*Mais comidas típicas. Sei lá gente, enfia tapioca no povo, rapadura, pé-de-moleque, pipoca doce… O que conseguir trazer. Chocolates do Brasil (cacau show, Brasil cacau, etc), biscoitinhos caseiros… Não sei nas outras famílias, mas aqui eles adoram um docinho, principalmente caseiro. Então tudo que der pra trazer, traga, da paçoquinha à geleia de pinga que “a vó” faz.

*Cachecol, luvas, toucas… Sabe aqueles trabalhinhos lindos de tricô que toda família tem uma “tia” que faz? É um presente lindo de se dar, e com certeza terá muita oportunidade de uso por aqui.

*Não percam tempo com Atlas e livros sobre os últimos 500 anos da história do Brasil. Nem os Brasileiros sabem a própria história, pra que querer enfiar isso “guela baixo” das nossas American kids? Geralmente o pessoal por aqui não está muito interessado em decorar as regiões e estos brasileiros. para ser honesta, minhas kids não se interessam por quase nada do Brasil, com excessão do futebol, claro. Se bem que depois do vexame da copa, até o futebol deu uma caidinha por aqui. https://www.acheterviagrafr24.com/achat-viagra-en-ligne-belgique/ Então, segundo minha própria experiência, eu não perderia mais tempo com livros e jogos sobre o Brasil. A medida que as kids vão gostando da gente é que eles vão se interessando pela nossa cultura. E aí tem internet pra mostrar fotos, não precisa vir com 5 bíblias geográficas na mala.

*camisetas de times e chinelos havaianas. Algumas meninas trouxeram e foi um sucesso, mas eu não traria. Chinelo de dedo é o que mais tem em qualquer mercadinho de esquina no verão, alguns custando a baratela de 1 dólar o par. E camiseta de time… Bem, como eu já disse, não estamos tão em alta assim, mas aí vai de cada uma. Meus meninos teriam gostado de ganhar camisetas do time brasileiro, mesmo já tendo uma

cada um. Acho que também teriam gostado de uma bola personalizada também, mesmo já tendo 500 aqui em casa.

*Aqueles kits vendidos em lojas típicas de presentes brasileiros, também pode ser uma boa (tipo kit caipirinha, kit “coisas típicas”, etc).

Um livro de receitas típicas (em acheter viagra inglês) pra hosta também poderia ser sucesso. O difícil é encontrar!

O engraçado é que nós Brasileiros somos muito encanados em querer agradar com presentes, mas nos outros países não é bem assim. Recebemos a visita de uma antiga au pair alemã

há algumas semanas, e a única coisa que ela trouxe de presente foram uns cookies grandes em formato de coração, com o nome de cada um escrito (um nome em cada cookie). E o mais engraçado é que ela falou que não pode comer o cookie (oi?). E quando cheguei aqui na casa, o único presente que ganhei foi um par de luvas de lã artesanais (daquelas que não tem os dedos, fica parecendo que coloquei uma meia na mão).

Essa é a filó “patchwork” que falei, ficou pendurada no banheiro da casa de férias

Enfim, espero ter ajudado de alguma forma, sei o quanto é difícil decidir os presentes! Se alguém tiver dúvidas, sugestões, críticas, pode deixar nos comentários que eu sempre respondo (não to famosa ainda) kkk.

Ah, e se alguém tiver sugestão de tema para um próximo post, pode deixar nos comentários também.

É isso aí, até a próxima.  😉

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28 mai 2015

Familia Judia/Kosher

Categoria: Au Pair is..., Cultura, Dicas

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Oi oi meninxs. hoje vim falar sobre como é morar com uma familia que segue a alimentação kosher. Bom, quando ainda estava no Brasil nunca tive contato com nada disso, entao sabia beeeeeem pouco. Mas, quando cheguei aqui minha host family me explicou e é mais simples do que parece. O básico é: não pode misturar dairy and meat (derivados de leite com derivados de carne), então na casa vai ter tudo separado, pratos, talheres, panelas, pias… numa familia mais tradicional eles teriam ate geladeiras e fogoes diferentes, mas aqui eles nao são tão restritos.
No comeco foi um pouco dificil pq vc tem q saber oq eh dairy ou não, por exemplo, vc ta comendo carne no jantar, tem q tomar cuidado pra nao por um molho na salada que seja dairy.
Ha, e outra coisa é o tempo entre uma refeição e outra, se comeu carne agora tem que esperar um determinado tempo pra comer qualquer coisa dairy, e a mesma coisa ao contrario. E familias mais tradicionais não vão fazer NADA (dirigir, usar eletronicos..) depois do por do sol na sexta ate o por do sol no sabado.
Parece complicado, mas da pra aprender rapidinho.

É isso por hj, bjssssss.

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