Um programa que pode ser bem diferente para a maioria é visitar os atelies de artistas locais. Em muitas cidades, um final de semana do ano é especialmente reservado para todos os artista abrirem as portas de seus espaços criativos para o público em geral. Eu fui no Art Walk de Boston, conhecido como SoWa Art Walk. Você pode comprar os trabalhos expostos ou simplesmente visitar, apreciar as obras e conversar com os próprios artistas. É de graça e ainda tem uns comes e bebes! hahahaha
O Sowa acontece num antigo prédio que funcionava uma fábrica e há mais de 50 anos serve como atelies e galerias de arte.
Vale a pena o passeio! E procure se informar caso a região que você mora ou vai morar também tem eventos como este.

Fazer nossa própria unha pode ser bem chatinho e algumas vezes até difícil, mas não é impossível de se fazer. Quando estiver no Brasil ainda, peça algumas dicas à sua manicure, de como empurrar e tirar cutícula ou a melhor forma de passar o esmalte.
Para as que têm cabelos compridos, que precisam ter as pontas cortadas (que era o meu caso, já que o uso constante do secador detona as pontas), deixo aqui duas opções: a primeira é pedir para uma amiga, com algum controle motor, para cortar apenas as pontinhas; o outro jeito é colocar em prática o que aprendemos na TV e jogar TODO o cabelo pra frente e nós mesmos cortarmos, em linha reta se possível, as pontinhas. Tenha uma tesoura boa e específica para isso. Desse jeito, o cabelo ainda ganha um corte meio repicado, já que não fica reto atrás.
Assim que cheguei, comprei uma maquininha chamada Satinelle (ou epilator), da Philips, que arranca os pelos direto da raiz, mesmo que eles estejam ainda pequenos. Há de outras marcas também, como Panasonic, Braun e Révlon. Eu comprei no amazon.com e, atualmente, um aparelho desses sai por mais ou menos U$40. Mas confesso que é dolorido e só o usava para as pernas, mas há quem arrisque em outras partes do corpo.










