27 ago 2010

Ligando em casa!

Categoria: Au Pair is...

Por: cinthya

Depois de muito tempo, eu resolvi fixar mexendo nas funções do Skype e acabei descobrindo opções de falar em casa e receber ligações que compensa pra quem liga sempre.

Tem uma opção chamada “Skype To Go Number”que é gratuita. Você liga do seu celular pra um número local que o Skype cria e, a partir do seu celular, você liga pra onde quiser do mundo. O valor cobrado é descontado do próprio valor pré-pago no Skype.
Essa opção é fenomenal, principalmente, quando não temos conexão à internet ou quando ainda não temos computador pessoal.

Outra opção que achei muito interessante é a “Online Number”. Você compra um número local no Brasil, ou no país que quiser ter esse número. Quando as pessoas ligam nesse número, as ligações caem no seu Skype e quem ligou paga valor de ligação normal. O que dá pra fazer é transferir essas ligações para o seu celular, mas aí o valor da ligação pra você será descontado dos seus créditos no Skype.
O valor de uma linha no Brasil hoje em dia é por volta de U$ 6.00 por mês.

Além disso, pra quem não conhece, você pode falar e ver de graça de Skype pra Skype. Ou ainda, colocar créditos no seu Skype e ligar nos telefones do Brasil ou de qualquer lugar do mundo.
Eu costumo usar U$ 10.00 por mês, com as minhas ligações e mensagens pra celular pro Brasil. Fica em médio U$ 0.06 por minuto pra telefone fixo.

Fica aqui a dica. Se ainda tiver alguma dúvida, pode me mandar email que eu respondo com o que souber!!! cinthyagodoy@gmail.com

No comments

14 jul 2010

A volta

Categoria: Au Pair is..., Medo

Por: Angeline

A hora da volta é um momento que pode nos tirar muitas horas de sono.Algumas meninas não vêem a hora dela chegar. Outras ficam apreensivas, pensando em como será.

Pra mim não foi diferente. Queria muito voltar pra casa, pra família, pro meu lugar…Porém, por outro lado, não queria deixar tudo “pra trás”: amigos, host family, kids…

Eu tentava não pensar muito na minha volta. Nos últimos meses tentei aproveitar ao máximo tudo que eu podia, fazendo coisas legais e passando o maior tempo possível com os amigos, que eu sabia que dificilmente iria voltar a ver. Tentei até mesmo ignorar que essa hora se aproximava.

Mas, não tem jeito e um dia chega a hora de voltar pra casa. Eu já tinha adiado essa volta, quando decidi renovar e ficar mais alguns meses nos EUA. No entanto, ela chegou.

E foi duplamente dolorosa. Em junho me despedi da família e dos amigos da costa oeste e fui passar quase um mês com os amigos e família da costa leste.

Não foi nem um pouco fácil me despedir dos primeiros, mas ainda tinha aquela sensação de que eu ainda não estava indo embora for good.

O mês seguinte eu viajei, passei tempo com as amigas, namorado, primeira host family, mas também não teve jeito. O dia da volta chegou. Eu nem sei dizer o que estava sentindo: era um mix de tristeza, alegria, saudades… na verdade eu tava meio numb. Embarquei em Boston e fiz uma parada em Chicago, e só então peguei o vôo para o Brasil. Esse tempo todo eu ainda estava “sem sentimentos”. Não chorava, não me sentia feliz, não me sentia triste. Foi uma sensação muitíssimo estranha.

Foi só quando o avião pousou em São Paulo que caiu a ficha e me bateu um desespero, como se agora tudo tivesse acabado, a página tivesse virado e que não teria mais volta.

Comecei a chorar, descontroladamente. Quando reencontrei minha família então, nem se fala. Eu simplesmente não conseguia dizer nada. Sem nenhuma dúvida eu estava muito feliz em revê-los depois de tanto tempo, mas ainda tinha o sentimento de perda, de “está tudo acabado”.

Mas isso logo passou e voltei a me sentir em casa, no meu lugar, no lugar ao qual eu pertenço. Ah, e esse sentimento foi um dos melhores que já senti. Não existe nada igual nossa casa.

Depois percebi que não, a vida não pára depois que voltamos. Ela muda, toma rumos diferentes. Há um período de readaptação e logo tudo volta ao normal. Com um diferencial: várias experiências vividas, memórias, amigos, viagens e muito mais pra gente carregar pra vida toda.

No comments

23 jun 2010

Compare Foods Supermarket

Categoria: Dicas

Por: Vivi

Compare Foods Supermarket

De repente bateu aquela saudade de comer alguma coisa que vcs so encontram no Brasil? Entao para as “sortudas” que moram em algumas cidades de Connecticut, Maryland, Massachusetts, New York, North Carolina, Rhode Island, South Carolina e Virginia, vcs iram encontrar o Compare Foods Supermarket.

Este mercado vende alguns produtos brasileiros como pao de queijo, salgadinhos, bolachas, chocolates, refrigerantes, sucos, achocolatados, farinha de mandioca, farofa, feijao, etc…na epoca do natal e possivel encontrar ate panetone e chocotone! Mas preparem o bolso…nao que os produtos sejam um absurdo de caro, mas comparando com produtos americanos semelhantes, os brasileiros acabam saindo mais caro (pra vcs terem uma ideia, uma latinha de Guarana Antarctica era vendida por US$ 1). Mas na hora da vontade, vale a pena gastar um pouquinho a mais rs!

Oh duvida cruel...o que comprar primeiro?!

Oh duvida cruel...o que comprar primeiro?!

2 comments

20 jun 2010

Copa do Mundo no seu ano de Au Pair

Categoria: Atividades, Au Pair is...

Por: Barbara Anderaos

Relaxa!!!! Vc não vai morrer! Eu estava nos States na copa de 2006 e o que fiz foi juntar umas au pairs com suas kids, todos em casa, e assistimos aos jogos. Ou então vc pode se juntar com as comunidades de brasileiros, que estão espalhadas por TODO o mundo e pronto! Resolveu seu problema. Isso tudo vale a pena se vc e’ uma fanática por futebol, caso contrário vc vai perceber que o mundo não para pra assistir a Copa. Só Brasil mesmo hehehehe….. Eu assisti só a alguns jogos.

No comments

20 jun 2010

Minhas férias no Brasil

Categoria: Au Pair is..., Viagens e Passeios

Por: Angeline

Assim que decidi ficar mais um ano (acabei estendendo por mais 9 meses, na verdade) nos EUA como Au Pair, resolvi vir para o Brasil nas minhas 2 semanas de férias.

Uma amiga, que também havia estendido por mais um ano, também queria visitar o Brasil, então combinamos de ir juntas, já que além de morar em cidades vizinhas nos EUA, somos da mesma cidade no Brasil.

Compramos a passagem, na época pela Varig, que estava falindo, porém ainda estava realizando vôos (quando compramos a passagem ela ainda não apresentava que estava em crise). Chegamos no aeroporto no domingo e só conseguimos embarcar na terça-feira. Acho que posso considerar esses dias alguns dos piores dias da minha vida. Heheheh… ficamos esperando dois dias no aeroporto, sem saber se íamos ou não conseguir embarcar, sem contar a ansiedade em rever a família e amigos, que não víamos a quase um ano.

Porém, como não havíamos avisado nossas famílias no Brasil (eu só tinha falado pro meu irmão, que ia nos buscar no aeroporto), ninguém ficou preocupado. Nós duas fizemos uma surpresa pra família. Finalmente conseguimos embarcar e chegamos em GRU na quarta de manhã (ou seja, quase 4 dias pra chegar no Brasil). Graças à Varig perdemos alguns dias de Brasil. Meu irmão foi nos buscar e até hoje lembro da reação da minha mãe quando me viu. Foi engraçado, mas ela logo sacou que, se eu estava ali, era porque alguma coisa estava acontecendo. Falei então que havia pensando e tinha decidido ficar mais tempo nos EUA. Quando meu pai chegou em casa, foi preparado pela minha mãe, que ficou com medo dele ter um treco.

As quase duas semanas que fiquei no Brasil foram muito boas. Saía quase todos os dias, passava bastante tempo com a família, contando as novidades, assisti ao jogo da copa (era 2006) em que o Brasil perdeu, reencontrei amigos que não via há tempos, comi minhas comidas favoritas, tentaram me convencer a não voltar…enfim, foram duas semanas intensas.

Na volta ainda tivemos alguns problemas com a Varig, mas conseguimos chegar a Connecticut, fazendo uma parada em Miami.

Apesar de termos gastado uma grana, termos usado nossas semanas de férias, de todo o stress por causa do vôo, acho que fiz certo em vir pro Brasil, matar a saudade pra enfrentar mais um ano pela frente. Essa viagem me deu um gás novo e me fez perceber que não importa a distância, não importa o tempo: há coisas na vida que nunca mudam. E isso é muito bom!

No comments