7 jul 2016

Minha primeira viagem – East Hampton

Categoria: Au Pair is...

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Minha primeira REAL viagem aqui nos euas  foi para a praia e conteceu entre o feriado de quatro de julho junto com o boymagia. Fomos visitar uma amiga que mora em East Hampton, que aliás é ex au pair.

Peguei o trem para NYC às 5h45am para chegar na Penn Station às 6h42, o que me dava tempo de pegar o trem para praia, que partia às 6h45. Encontrei com o Renzo na estaçaão, conseguimos comprar os tickets e ver o trem indo embora (rsrsrsr). Como eu já havia feito as minhas pesquisas (http://lirr42.mta.info/) e me planejado caso perdessemos aquele trem,  pegamos próximo trem que fazia conexão na estão Jamaica, mas esse trem era uma hora depois. Tomamos um café, fui ao banheiro (pq a viagem ia ser longa) e pegamos o trem.

Gente, imagina um trem lotado..é, foi isso que tinha para aquele momento, lotado e cheio de gente bebendo, falando alto pra caramba, o que é incomum dentro dos trens, parecia feira, mas só que era o trem mesmo (RSRSRSRS). Fizemos a conexão na estação Jamaica e fomos rumo à East Hampton. Nosso trem parou no meio do nada e por lá ficou por 40 minutos, sem qualquer anunciamento. Enfim o trem ando e quando chegamos na estação que deveríamos descer, percebemos que as portas não abriram. De repente só dava gente correndo para os vagões da frente… O maquinista não esperou nem um minuto, e um monte de gente ficou dentro do trem.

Depois de tantos acontecimentos posso dizer que valeu muito a pena ter ido pra praia! Em um dia normal, sem o trem ficar parado no meio do nada, me levaria apenas 3 horas para chegar em East Hampton.  Além o mais a passagem é barata, cerca de 21$ one way (off peak), lindas paisagens, praia limpa. Uma delícia!

obs. Indo sentido Long Island se tem muitas praias que levaria muito menos tempo para chegar, por exemplo, Hampton Bays.

 

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3 jun 2015

E o medo?!

Categoria: Au Pair is..., Dicas, Fotos, Medo, Viagens e Passeios

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Sim, eu sei que um dos maiores problemas de se tornar

uma au pair é o medo que sentimos. Medo de deixar a família, o emprego, medo de não se adaptar, de sofrer algum tipo de violência, de se perder, de voar de avião, de deixar o namorado, de não fazer novos amigos, de não conseguir falar inglês… Todos esses e muitos outros também fizeram parte da minha jornada, e tenho que confessar que ainda fazem as vezes. Não, este post não é nenhum tipo de auto-ajuda que

acabará com seus medos, mas uma forma de mostrar que mesmo com medo é possível correr atrás dos seus sonhos.

A verdade é que se você chegou até aqui, e está pesquisando muito sobre a vida “auperiana”, no fundo você já tomou a sua decisão. Agora é só uma questão de ir em frente. Aconteceu prix cialis 20mg en https://www.viagrasansordonnancefr.com/viagra-france/ pharmacie comigo também, passei meses pesquisando informações, lendo blogues, assistindo vídeos. Eu era tão medrosa e cética a respeito do programa, que cheguei a pensar que era tudo uma mentira, que as meninas do vídeo eram pagas pra gravá-los e que os blogues eram todos criados pelas agências. Julguem se quiser, porque eu era mesmo paranóica. E mesmo sendo a pessoa mais paranóica, caseira, apegada

com a família, e MEDROSA que eu conheço, tudo deu e está dando muito certo para mim até agora.

Algumas meninas também me perguntam sobre a melhor idade para vir, e ficam preocupadas com isso. Eu vim com 24, e estou muito contente com isso. Poderia ter vindo antes, mas por uma série de fatores que já expliquei em outro post, tudo em minha vida me encaminhou para vir com esta idade. Hoje eu

agradeço a Deus por isso, pois vejo que eu precisava passar por todas as experiências que passei no Brasil para que chegasse aqui mais madura, aberta e agradecida. Claro que cada pessoa é de um jeito. Tenho amigas

mais novas que são bem mais auto-confiantes do que eu para dirigir e tomar decisões aqui, e da mesma forma conheço muitas mais velhas com a maturidade das crianças de quem https://www.acheterviagrafr24.com/viagra-en-france/ elas cuidam. Infelizmente não há receita mágica, cada pessoa é uma pessoa, e cada caso um caso. O único conselho que eu me atrevo dar sobre idade é: não venha antes dos 21! Se tiver 20 e for fazer 21 no mesmo ano tudo bem, mas antes disso acho besteira. A não ser que você

não goste de beber e não dê a mínima para festas e bares, daí tudo bem. Mas essa história de vir novinha e tentar dar “o migué” https://www.acheterviagrafr24.com/achat-viagra-en-ligne-quebec/ nas leis é muito risco pra pouco prêmio. As leis aqui são rigorosas e costumam funcionar na maior parte do tempo. Minha opinião conclusiva com relação a idade é: quanto mais velha você vier, mais madura vai estar, e melhor saberá aproveitar as oportunidades e lidar com as dificuldades. Não estou dizendo que você seja imatura antes dos 21, mas imagine que se você já tem toda essa maturidade aos 18, por exemplo, aos 22, você só terá agregado valor a isto.

Voltando aos medos… Sim, dá medo na hora de se inscrever na agência, na hora de conversar com uma família, na hora de tirar o visto, na hora levitra and generic mg de embarcar no avião, na hora de desembarcar, durante o treinamento, na hora de conhecer a família, na hora de começar a dirigir, na hora de sair sozinha, na hora de se inscrever para um curso… É uma coleção de medos constantes, e a cada um que se vai, outro chega. Mas ao final de cada medo superado você vai se sentindo mais forte e mais orgulhosa de si mesma. A cada gelo na barriga enfrentado, você percebe que está um passo mais próximo de se tornar a pessoa que você quer ser, e esta é uma sensação impagável, que medo nenhum deveria impedir.

Esta foto é de fevereiro, logo que cheguei aqui, depois de enfrentar alguns desafios (inclusive com o frio).

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1 jun 2015

E os presentes?!

Categoria: Atividades, Au Pair is..., Cultura, Dicas, Dinheiro, Medo, Viagens e Passeios

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Se tem uma coisa que deixa a gente preocupada, é ter que dar presente. Claro que quando o presente é pra uma família americana que vai te hospedar por um ano inteiro, essa preocupação se multiplica por mil! Até porque o presente que a gente leva de um país, mostra muito da cultura do local e da personalidade de quem o entrega. Sim meninas, também sofri…

Não me considero uma expert em presentes. Na verdade, sempre fui péssima com presentes, mesmo pra minha própria família, então já podem imaginar meu sufoco. Não sei se consigo ajudar muito, mas farei como no meu último post, compartilho minha experiência e minha opinião depois de vivência-la.

Ah, antes acho importante dizer que minha host family é composta por um casal de parents tradicionais, uma girl de 13 anos, outra girl de 10 e twins boys de 8 anos (sim, tenho 4 kids :o)!

*O que eu trouxe de presente para minha American family:

Host mom: kit natura (sabonete, hidratante), panos de prato patchwork, um porta papel higiênico patchwork também, em forma de filó

Host dad: cachaça artesanal, canivete personalizado da oficina do meu pai no Brasil, 5 cds de MPB

Girls: bolsinhas de couro (quelas feitas de remendo, muito tradicionais em Minas), colares artesanais que comprei numa banquinha hippie da minha cidade

Boys: gibis da turma da mônica em inglês, dois livrinhos sobre o folclore Brasileiro (em português mesmo), um jogo sobre as regiões geográficas do Brasil

Comida como presente coletivo: Pão-de-mel que eu mesma fiz, paçoquinha

Pra minha LCC: um cd de MPB e um pão-de-mel.

*Resultado:

Gente, sério, não gastem muito dinheiro com presentes. De um modo geral eles não precisam de nada, e dificilmente algo será útil ou agradará de verdade. Claro que todos agradeceram e demonstraram empolgação, mas no dia-a-dia a gente sabe o que foi legal e o que não foi.

A minha girl de 10 anos adorou a bolsinha e o colar (porque eram azuis, a sua cor preferida). A hosta gostou dos presentes patchwork, porque ela é toda “artesanal”. O hosto não gostou de nada,

a cachaça ta fechada até agora e quem escuta os cds de música levitra best dosage sou eu. A mais velha não gostou nem desgostou, acho que ficou na zona neutra. Os meninos não deram a menor bola para o meus presentes. Sério, vou levar tudo de volta pra casa quando voltar, os livros e gibis ficaram todos jogados numa prateleira com cialis generique effet as centenas de outros livros que eles já tem.

Das tadalafil naturel comidas eles gostaram, principalmente do pão de mel.

-Minhas Sugestões:

Hoje com mais experiência e ideias, vou dar algumas sugestões do que eu traria de presente (ou trarei, caso vá passar férias no Brasil):

*Cds de MPB (sim, eles não gostaram, mas acho que é um bom presente de qualquer forma. Não tenho culpa que eles não gostem de música).

*Patchwork/artesanato/trabalho manual, chame como quiser. O fato é que frufrus geralmente agradam as mulheres, e é uma forma bacana

de presentear com a cultura local também

*Animais de pelúcia (poderia ser até patchwork). Conhecendo minhas kids como eu conheço agora, sei que eles teriam ficado bem mais felizes em ganhar um bichinho cada, e se fosse de algum animal http://www.cialisgeneriquefr24.com/prix-cialis-20mg-en-pharmacie/ típico do Brasil, seria mais legal ainda

*Vinho brasileiro ou licor de Cassis (pra poder fazer a sobremesa com sorvete de creme e papaia). Gente, sei que é instintivo querer trazer cachaça, afinal, super típico, mas a verdade é que a maioria não gosta. Meu hosto toma vinho toda noite, se eu tivesse trazido um vinho ele teria gostado muito mais. Vivendo e sildenafil pas cher occasion aprendendo né, pode até trazer a cachaça, mas com a promessa de uma caipirinha!

P.s. Muitas meninas não recomendam trazer bebidas, pois pode passar a ideia errada. Eu trouxe, mas nunca tomei uma gota de álcool em casa, mesmo eles oferecendo. Vai muito de cada família, então fiquem espertas. E bebida também pesa na mala, então se fosse hoje eu traria só o licor, pra fazer sobremesa pra todo mundo.

*Mais comidas típicas. Sei lá gente, enfia tapioca no povo, rapadura, pé-de-moleque, pipoca doce… O que conseguir trazer. Chocolates do Brasil (cacau show, Brasil cacau, etc), biscoitinhos caseiros… Não sei nas outras famílias, mas aqui eles adoram um docinho, principalmente caseiro. Então tudo que der pra trazer, traga, da paçoquinha à geleia de pinga que “a vó” faz.

*Cachecol, luvas, toucas… Sabe aqueles trabalhinhos lindos de tricô que toda família tem uma “tia” que faz? É um presente lindo de se dar, e com certeza terá muita oportunidade de uso por aqui.

*Não percam tempo com Atlas e livros sobre os últimos 500 anos da história do Brasil. Nem os Brasileiros sabem a própria história, pra que querer enfiar isso “guela baixo” das nossas American kids? Geralmente o pessoal por aqui não está muito interessado em decorar as regiões e estos brasileiros. para ser honesta, minhas kids não se interessam por quase nada do Brasil, com excessão do futebol, claro. Se bem que depois do vexame da copa, até o futebol deu uma caidinha por aqui. https://www.acheterviagrafr24.com/achat-viagra-en-ligne-belgique/ Então, segundo minha própria experiência, eu não perderia mais tempo com livros e jogos sobre o Brasil. A medida que as kids vão gostando da gente é que eles vão se interessando pela nossa cultura. E aí tem internet pra mostrar fotos, não precisa vir com 5 bíblias geográficas na mala.

*camisetas de times e chinelos havaianas. Algumas meninas trouxeram e foi um sucesso, mas eu não traria. Chinelo de dedo é o que mais tem em qualquer mercadinho de esquina no verão, alguns custando a baratela de 1 dólar o par. E camiseta de time… Bem, como eu já disse, não estamos tão em alta assim, mas aí vai de cada uma. Meus meninos teriam gostado de ganhar camisetas do time brasileiro, mesmo já tendo uma

cada um. Acho que também teriam gostado de uma bola personalizada também, mesmo já tendo 500 aqui em casa.

*Aqueles kits vendidos em lojas típicas de presentes brasileiros, também pode ser uma boa (tipo kit caipirinha, kit “coisas típicas”, etc).

Um livro de receitas típicas (em acheter viagra inglês) pra hosta também poderia ser sucesso. O difícil é encontrar!

O engraçado é que nós Brasileiros somos muito encanados em querer agradar com presentes, mas nos outros países não é bem assim. Recebemos a visita de uma antiga au pair alemã

há algumas semanas, e a única coisa que ela trouxe de presente foram uns cookies grandes em formato de coração, com o nome de cada um escrito (um nome em cada cookie). E o mais engraçado é que ela falou que não pode comer o cookie (oi?). E quando cheguei aqui na casa, o único presente que ganhei foi um par de luvas de lã artesanais (daquelas que não tem os dedos, fica parecendo que coloquei uma meia na mão).

Essa é a filó “patchwork” que falei, ficou pendurada no banheiro da casa de férias

Enfim, espero ter ajudado de alguma forma, sei o quanto é difícil decidir os presentes! Se alguém tiver dúvidas, sugestões, críticas, pode deixar nos comentários que eu sempre respondo (não to famosa ainda) kkk.

Ah, e se alguém tiver sugestão de tema para um próximo post, pode deixar nos comentários também.

É isso aí, até a próxima.  😉

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25 mai 2015

Fazendo as Malas

Categoria: Au Pair is..., Dicas

Por:

Claro que todas enlouquecemos quando temos de selecionar nossos tão amados itens de sobrevivência para levar em uma viagem. E quando esta viagem será praticamente uma mudança de casa, aí o bicho pega. Sim meninas, também pirei… 😮

E foi assim que me “mudei” para os EUA

Vou tentar ser objetiva com as minhas dicas. Minha experiência me mostrou que muito do que eu trouxe foi inútil, e muito do que deixei poderia ser utilizado aqui. Como vim no inverno (fevereiro), foquei toda a

energia da minha mala em carregar roupas de frio. Grande erro, pois embora não pareça, o calor também chega por aqui. Então vamos lá, vou separar minha opinião por tópicos:

* O que eu trouxe:

-presentes e mais presentes (que ocuparam 60% da mala e não agradaram ninguém, mas eu falo sobre isso em outro post)

-todas as blusas de manga comprida do meu guarda-roupas

-um estoque de meias e calcinhas

-duas calças jeans

-um coturno, uma suposta bota de neve https://www.viagrasansordonnancefr.com/viagra-en-pharmacie/ que congelava meu pé, uma sapatilha, uma sandalha, dois pares de chinelo havaianas, um tênis.

– um casaco de frio by Walmart Brasil

-“frufrus” de decoração para meu novo quarto (fotos e mais fotos, coisas de pendurar, de dar cheiro, etc).

-Alguns livros que eu julgava importantes

-Meu smartphone, minha câmera DSLR (que tinha sido comprada há uns 6 meses apenas)

– Algumas pouquíssimas peças de roupa de verão que peguei correndo na última hora

-remédios para todas as doenças que eu já conheci na vida

-Cosméticos de uso pessoal essenciais para minha sobrevivência

*O que eu fiz certo:

-acho que uma decisão acertada foi não trazer computador, tablet e outros eletrônicos. Quer dizer, eu já estava guardando dinheiro há dois anos pre comprar outro computador aqui, então deixei o meu velhinho em casa. Mas mesmo pra quem tem note novo, as vezes compensa vender no Brasil e comprar outro aqui, porque é mesmo muito

barato. Ótimos modelos estão disponíveis no mercado por 300, 400 dólares (tudo muito relativo com a configuração, loja, etc.). Claro que pra quem vem querendo Apple, a verdade é uma só: você vai pagar o preço! Muito mais barato que no Brasil, claro, mas viagra sans ordonnance ainda assim caro, se comparado com outros modelos.

-calcinhas e sutiãs: leva um tempo pra você achar seu tamanho e se adequar aos novos padrões de medidas. Se você tem o suficiente para sobreviver por uns meses, poderá fazer uma escolha muito mais efetiva no futuro.

-meu casaco by Walmart: comprei outros dois casacos quando cheguei, mas não acertei na escolha e só gastei dinheiro. Quem me salvou do frio foi o casaco do brasil.

-remédios! Sim, essa é a decisão mais acertada que você poderá fazer! Traga pra tudo, comprar aqui é caro e burocrático.

* O que eu mudaria na minha escolha:

-traria mais calças jeans! Sim, o mito é verdadeiro, toda brasileira que eu conheço aqui, reclama do mesmo problema com as calças: justa nas pernas, larga na cintura! Hoje finalmente aprendi a comprar e consegui encontrar alguns modelos para o meu corpo, mas fora 4 meses de muita frustração.

-Traria muita comida… Sabe aquele feijão que você adora? Traga! O achocolatado, chocolate, bombom, paçoca, tapioca, seja o que for, se você gosta, e tem como trazer, então traga, pois vai fazer falta.

-Não traria tantos presentes, pois a maioria das famílias aqui já tem tudo, e se já tiveram outra Au pair do seu país, como no meu caso, qualquer coisa “típica” que você leve já não será mais surpresa. Então é só uma lembrancinha cada um, e ta bom demais!

-Não traria muita maquiagem (tem um monte aqui, bom e barato)

-Não traria tantos produtos de cabelo (tem muitos aqui, bons e baratos)

-Traria meus hidratantes e perfumes da natura/boticário/whatever https://www.acheterviagrafr24.com/achat-viagra-en-ligne-suisse/ (embora tenha um monte aqui, os bons não são tão baratos assim, e os populares de mercado não me agradam no cheiro. Claro que esta é a minha opinião).

-Roupa de ginástica (as boas são caríssimas)

Gente, essa questão de roupa é bem relativa e pessoal na verdade. Eu sou o tipo de pessoa econômica, que guarda metade do pagamento sempre que recebe e planeja tudo com cuidado. Acho caro pagar 50 dólares numa calça, 80 num sapato… Enfim, mas isso vai de cada um. Claro que todas queremos coisas bonitas e de marca no nosso guarda-roupas, mas se soubermos pesquisar e tivermos paciência de esperar, da pra ter o viagra sans ordonnance melhor dos dois mundos. Por isso se você vem preparada para sobreviver com suas roupas sem ter que sair comprando loucamente a hora que chegar, dá pra comprar uma ou duas peças novas por semana e ir renovando o armário aos poucos – até porque tem o ano todo pra cialis generique comprar, e se você fizer isso na primeira

semana, até a ultima já não vai ter mais espaço pra guardar tudo e então começa a dolorosa sessão de desapego de novo.

É isso aí, espero ter ajudado de alguma forma. Em um próximo post compartilho minha experiência com lojas e preços… 😉

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25 mai 2015

O Início do Começo

Categoria: Au Pair is..., Dicas, Medo

Por:

Oi gente,

Eu queria começar escrevendo sobre comida, cultura, idioma, dates… Mas como este é meu primeiro post, e eu sou uma pessoa sistemática, sinto que devo começar do começo! Então vou compartilhar de forma resumida a minha decisão e vinda pra cá.

Claro que a minha decisão de ser Au Pair partiu do clássico desejo de viajar, conhecer gente nova, novas experiências e blá, blá, blá. Ninguém acorda um dia e decide ser “babá” como profissão (nada contra caso alguém faça isso, claro!). Dediquei um ano de minha vida fazendo pesquisa de intercâmbio nos mais diversos tipos de agência, até que encontrei essa opção. Como eu estava no meu terceiro ano de pedagogia, estudando para trabalhar com crianças – embora o único https://www.viagrasansordonnancefr.com/viagra-france/ contato que eu havia tido com as mesmas até então era por meio de textos e observação em estágio – decidi que eu era a pessoa certa para viver essa aventura. Escolhi a Experimento como agência, pois era a agência representante da APIA no Brasil, sendo esta uma das maiores e melhores agências de intercâmbio para Au Pair do mundo todo.

Comecei os preparativos com a agência no final dos meus vinte um anos, e fui ficar online para as famílias com vinte e dois. Acontece http://www.cialispharmaciefr24.com/tadalafil-naturel/ que no mesmo período em que começaram a aparecer famílias no meu perfil, fui chamado por um concurso público da minha cidade para trabalhar como professora efetiva na rede municipal, função essa para a qual eu tinha estudado. Como boa “interiorana” pacata que era, claro que aceitei o emprego e deixei o grande sonho de viajar em “stand by” por um tempo. Como estava focada no novo emprego, não dei muita atenção ao processo de escolha. Demorava pra responder os emails das famílias, ou respondia tudo muito superficialmente. Enfim, hoje vejo que não era a hora certa para mim. Resultado: depois de um ano online sem nenhum match, a experimento cancelou meu perfil.

Acontece que no decorrer desse https://www.acheterviagrafr24.com/achat-viagra-en-ligne-en-france/ um ano, eu fui percebendo que o estável emprego dos sonhos não era tão lindo assim, e a vida foi ficando cada vez mais chata, mesmo com mais dinheiro (mais que no emprego anterior, mas não muito). Então, eu já com 23 anos, pedi para que a experimento me deixasse fazer um novo perfil, pois queria persistir no meu objetivo.  Então refiz meu perfil (com muito mais experiência e qualificação depois de um ano trabalhando com crianças), e depois de mais ou menos 6 meses consegui ficar online novamente. Não demorou três dias para que a primeira família me procurasse. Pareciam ser muito fofos, fizemos um skype, trocamos uns dois emails, mas nada de resposta… Depois de uma semana ela simplesmente saiu do meu perfil, sem nenhum tipo de explicação ou consideração por mim (portanto não se preocupem se isso acontecer com vocês!).  Eu fiquei arrasada. As coisas estavam cada vez mais difíceis no meu trabalho, e eu não via a hora de “sumir” pra longe. Acho que fiquei umas duas semanas sem ninguém, até que a segunda família apareceu. Não sei se foi “feeling” ou desespero pra ter um match logo, mas depois de 2 skypes e uns 4 emails, recebi a confirmação de match (justamente no dia do meu aniversário de 24 anos! E foi tudo tão perfeito, que tive 3 meses para me preparar no Brasil, terminar meu ano escolar, receber minhas férias… Coisa de “escrito nas estrelas”.

Aí, quando a gente fecha com uma família e tem uma data de embarque definida, a Experimento manda o contato de outras meninas que estarão embarcando com você no mesmo dia, o que nos possibilita trocar experiências, medos, ansiedades…  Enfim, elas tornaram todo o processo de embarque e treinamento no hotel muito mais simples e feliz.

Minha host family não ficava me mandando email ou mensagens enquanto eu ainda estava no Brasil, depois de ter fechado o match, diferente do que acontecia com algumas meninas que vieram comigo. Também não me enviaram presentes ou cartão no hotel. Quando percebi o que as famílias das outras meninas faziam por elas, comecei a me preocupar em ter feito uma má escolha. No entanto, hoje vejo que minha host family é uma das melhores

que poderiam existir (a melhor do meu cluster, segundo minha LCC). Eles não são tão diplomáticos ou carinhosos como outras famílias, mas me proporcionam tudo o que eu necessito para me sentir segura e confortável aqui. Mas vou deixar para falar alternativas a la viagra sobre eles em um outro post.

Bom, é isso aí, agora já me sinto confortável para falar sobre mala, comida, date ou whatever! lol   Me aguarde! 😉

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