1 ago 2012

Visto… Primeiro ano!

Categoria: Au Pair is..., Dicas

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Olá meninas,

Desculpem a demora de um novo post,  acabei de chegar do Brasil e não desarrumei as malas porque já engatei outra  trip. Mas desta vez à trabalho, rsrrsrsr pois é! Estou em Ocean City  MD, com a minha Host Family, uma semana inteirinha. Por incrível que pareça mesmo estando aqui há um ano, eu nunca viajei com a minha HF, nem com a primeira. Confesso com a mão direita levantada, com coração mais puro do mundo que estou um pouco angustiada.  Mas ok… vamos lá, assim que passar faço um post contando tudo, por hora deixo aqui registrado, parte dos textos que escrevi no avião e um que escrevi aqui. Vamos lá…

Como diz o titulo do post  “VISTO”,  quando entrei no processo sempre fiquei com mais medo dessa parte, e no fim o que me deu mais trabalho foi o bendito do MATCH.  Sabem o por que da facilidade?! Porque pesquisei muitoooooooooooo, quando digo muito foi muito mesmoooooo  o suficiente para me comparar ao google e me tornar uma expert no assunto.

Quando eu resolvi ir no Brasil nas minhas férias, eu já sabia que meu visto não seria mais valido, e como diz o programa: no segundo ano, você só pode ir nas ilhas do Caribe, México e Canadá. Alguns perguntam:  mas e o Hawai?! Minha gente,  não façam essa pergunta por favor (professores de geografia morrem de catapora com isso)… O Hawai é uma ilha fora do continente mas pertence ao EUA desde mil novecentos e bolinha, ele é um estado americano, assim como New York, California e todos os outros.  Ou seja você pode  ir lá quantas mil vezes você e seu dinheiro permitirem.  Como sai dessa área fui fazer minha segunda entrevista, um pouco mais tranquila que da primeira vez BUT nunca menos ansiosa.

Na primeira eu pesquisei muito,  como estudei Relações Internacionais  algumas coisas eu já tinha ideia.  Fora as vezes que dei uma de João sem braço e fui em despachantes fazer aquela pesquisa básica, claro sem gastar nada que não seja a língua com aquela boa labia que a vida me deu. Em um dos despachantes eu estava tão descolada com o assunto que ele até me convidou para trabalhar com ele.

O fato indispensável na entrevista é deixar claro que você vai voltar,  isso é o que eles chamam de comprovar vínculos. Em uma balada em DC conheci um vice-consul brasileiro (como o safado estava afim da minha amiga me aproveitei da situação e fui dar uma de alcoviteira, conversei uma eternidade com ele),  depois de muito falar  sobre tudo, os planos futuros que tenho na minha vida na diplomacia, entre um papo e outro ele falou que quando um consul americano sente qualquer resquício de dúvida sobre a sua volta ao Brasil ou de onde for, ele é altamente instruído a negar a entrada do sujeito.

Claro que existe o fator sorte, ahhhh mas minha amiga vamos ajudar né!

Como comprovar esses vínculos?!

Preenchendo o DS de maneira espetacular ( se você tem dúvida e medo,  não pense duas vezes em procurar ajuda, eu fiz isso e não me arrependo nem um pouco). Fazendo uma lista e colocando em uma pasta muito bem organizada todos os documentos p0ssíveis e imagináveis. Treinando as possiveis questões que o consul pode te fazer em inglês (eu estudei mais de cem, algumas repetitivas, onde só se trocavam as palavras).  Sendo bem objetiva e clara no que falar, respondendo olhando nos olhos, mostrando uma sinceridade que geralmente só a balança nos dá quando vamos nos pesar.

Na primeira vez, eu não consegui nenhum documento da faculdade que não fosse uma carteirinha, trabalhei na empresa o meu primo  mas não fui registrada, então ele me deu um carta chiquérrima diga-se de passagem, falando sobre meu trabalho e que a empresa estava de portas a abertas para o meu retorno, todos os documentos dos meus pais (documentos de casas, de carro, extrato bancário…), principalmente os da minha mãe e fé porque esta não costuma falhar.

Um dia antes da entrevista  eu dormi na casa de uma amiga a Fe Nery, eu, ela e a Pri marcamos entrevista para o mesmo dia, como os pais dela iriam levar ela e esperar do lado de fora, decidimos ir todas juntas. Na verdade nem dormimos, só treinamos a noite inteira, nossa uma ansieade fora do comum muito mas muitooooooooo fora.  Naquele dia choveu au pair tirando visto,  o  consulado parecia um centro de oração todo mundo rezando baixinho , só de lembrar já me arrepio.

Nós chegamos as 5h da manhã, sim chegar cedo é muito  bom (já que não vai dormir mesmo), que seja na fila o visto.  A minha entrevista foi tão rapida que nem eu acreditei,  a consul perguntou o motivo da viagem e quando eu respodi au pair, a doida desembestou a  falar em inglês e assim foi, no fim nãorolou um “seu visto foi aprovado”, foi um” bom intercâmbio”. Eu agarrei o carinha do sedex, dei um beijo e falei para ele fazer o mantra budista que eu estava fazendo que era tudooooooooooooo de bom e mais pouco.   Ahh que sensação demais,  que incrível….. o visto, não o beijo viuuuu e foi na buchecha.

Primeiro visto...
Primeiro visto….

No próximo eu escrevo sobre a segunda entrevista, intéeee

Um beijo,  um cheiro e um queijoooooo!

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